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Ministra, embaixador e mais: como Brasil influenciou no caso Vini Jr.

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Vinicius Júnior ao lado de Orlando Leite Ribeiro
Reprodução/Instagram

Vinicius Júnior ao lado de Orlando Leite Ribeiro

O governo brasileiro influenciou na decisão da Espanha de punir três torcedores do Valencia por atos racistas contra o atacante Vinicius Júnior , do Real Madrid e da seleção nacional. A condenação do trio, que foi o assunto da semana nos jornais brasileiros e espanhóis, foi inédita na história do país.

O caso envolvendo Vini Júnior aconteceu em maio do ano passado e ganhou repercussão mundial. Na ocasião, o astro do Real Madrid paralisou um jogo do Campeonato Espanhol depois de ouvir gritos de “mono” (macaco) das arquibancadas. Apesar da ampla divulgação do episódio, o governo brasileiro se viu obrigado a tomar alguma atitude ao perceber que a história terminaria em “pizza”.

Em um telegrama, obtido via Lei de Acesso à Informação, o embaixador do Brasil na Espanha, Orlando Leite Ribeiro, lamentou ao Ministério das Relações Exteriores, de Brasília, a falta de mobilização do Ministério Público da Espanha, da Real Federação Espanhola de Futebol e da La Liga, responsável por organizar o campeonato.

“Infelizmente, em função do terremoto político atual e da aproximação do final do campeonato, o virtual desaparecimento do assunto na mídia espanhola não parece indicar solução célere da questão”, diz um trecho do telegrama, enviado no ano passado.

Pressão

Os casos de racismo contra Vinicius Júnior acontecem desde fim de 2022, quando o atacante passou a ser um dos melhores jogadores do elenco do Real Madrid. Em abril do ano seguinte, a ministra da Igualdade Racial do Brasil, Anielle Franco, e a ministra da Igualdade da Espanha, Irene Montero, conversaram sobre o tema durante uma reunião.

A pressão, porém, passou a ser maior após o episódio dos torcedores do Valencia. Desde então, o embaixador brasileiro e seus auxiliares passaram a se encontrar com vários representantes do poder da Espanha, como ministros, a presidente da Câmara de Deputados, congressistas de oposição, o Procurador Geral e diversas outras autoridades. As informações são do Ge.com .

Nos últimos meses, Orlando Ribeiro ainda se reuniu com o então presidente do Conselho Superior de Esporte (CSD, na sigla em espanhol) , José Manuel Franco, e com outros congressistas do Partido Popular (PP).

A pauta do encontro foi a mudança na lei espanhola, que ainda não tipifica racismo especificamente como crime — a condenação dos três homens foi por delitos contra a integridade moral com agravante de discriminação por motivos racistas.

Apesar disso, a punição foi comemorada pelo governo brasileiro e, claro, pelo atacante Vinicius Júnior, que disse continuar lutando contra o crime.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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