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Agronegócio

Importância da Irrigação no Mato Grosso para a Produção e Outras Culturas

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O Deputado Dilmar Dal Bosco destacou a relevância da irrigação no estado do Mato Grosso, enfatizando seu papel crucial na produção agrícola, especialmente no cultivo de feijão e outras culturas. Segundo o deputado, o Mato Grosso é um estado privilegiado com abundantes recursos hídricos, o que contribui significativamente para o desenvolvimento da agricultura e, consequentemente, para a alimentação da população brasileira.

Dal Bosco afirmou: “Somos um estado rico, produtivo e que tem água em abundância, ajudando o desenvolvimento brasileiro, a agricultura na sua alimentação”. Ele ressaltou que a generosidade dos recursos hídricos do Mato Grosso é um dos maiores patrimônios naturais do estado. Os rios que cortam a região oferecem uma enorme capacidade para a implementação de projetos de irrigação, essenciais para a maximização da produtividade agrícola.

Especificamente sobre o cultivo de feijão, o deputado mencionou o papel fundamental da Associação dos Produtores de Feijão, Trigo e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir). “Podemos sim, trabalhar com projetos de irrigação, desde que, com projetos desenvolvidos, especificamente falando do feijão, através da Aprofir, que estão desempenhando um grande papel para entregar ao governo do estado e Assembleia Legislativa, para que possamos tentar acelerar e melhorar nossa produtividade com irrigação”, afirmou Dal Bosco.

O deputado concluiu ressaltando que, com os projetos certos e o apoio das entidades responsáveis, o estado pode não apenas melhorar sua própria produção agrícola, mas também contribuir de maneira significativa para o desenvolvimento da agricultura em todo o Brasil. A eficiência e eficácia na utilização dos recursos hídricos através de técnicas modernas de irrigação são vistas como estratégias essenciais para alcançar esses objetivos.

Em resumo, a visão de Dilmar Dal Bosco sublinha a importância da irrigação para a agricultura no Mato Grosso, destacando a riqueza natural do estado e o potencial para aumentar a produtividade agrícola através de projetos bem estruturados e apoiados por organizações como a Aprofir.

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Agronegócio

China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado

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A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.

O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.

Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.

A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.

Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.

É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras

No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.

Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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