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Agronegócio

Clodoaldo Calegari é eleito presidente da Aprosoja-GO

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Em Assembleia Extraordinária foi eleito o produtor rural Clodoaldo Calegari para  presidir a Aprosoja-GO nos próximos três anos (01/07/2024 a 30/06/2027). A votação ocorreu por aclamação.

A Assembleia marcou também a despedida do presidente Joel Ragagnin, que fez um balanço de sua gestão iniciada em 2021. Entre os principais desafios enfrentados, Ragagnin destacou o combate ao Fundeinfra, um fundo de infraestrutura rural que gerou intensos debates. Ele ressaltou a postura firme da Aprosoja-GO, desde o anúncio do fundo até sua atuação no Conselho Gestor, sempre defendendo os interesses dos produtores.

Além do Fundeinfra, Ragagnin comentou sobre outras questões que foram tratadas discretamente pela associação, evitando que se tornassem problemas maiores para os produtores. “Trabalhamos arduamente nos bastidores para proteger os interesses dos nossos associados”, afirmou.

Ragagnin também ressaltou as parcerias institucionais e os eventos de grande porte promovidos pela Aprosoja-GO durante sua gestão. Destacou as Aberturas de Plantio e Colheita de Soja e Milho, a participação na Tecnoshow 2023 e 2024, e o Jantar de 10 Anos da associação, que se tornaram importantes vitrines para a entidade.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado

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A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.

O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.

Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.

A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.

Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.

É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras

No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.

Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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