A Operação Lei Seca realizada na madrugada deste sábado(29.06), em Várzea Grande, resultou em 13 atuações criminais, sendo em 12 por embriaguez ao volante e uma por ameaça e desobediência.
Na fiscalização realizada na Avenida Couto Magalhães, na região Centro Norte, 5 dos 12 motoristas que estavam embriagados dirigiam sem a CNH, o que significa que tiveram a autuação criminal agravada pela ausência do documento exigido para todos que conduzem veículos automotores.
A 13ª prisão foi de um condutor que se alterou durante a abordagem e ameaçou os agentes de segurança de trabalhavam na operação. Ao todo, 157 condutores foram abordados e tiveram seus veículos vistoriados suas identidades checadas junto aos órgãos de justiça e segurança pública.
De acordo com relatório dessa ação, 61 veículos, entre carros e motocicletas tiveram de ser removidos, e 109 autos de infrações lavrados porque seus condutores ou a documentação veicular não estavam em conformidade com as exigências do Código Brasileiro de Trânsito(CBT) e outras legislações relacionadas a mobilidade urbana.
O valor da multa para quem conduz veículo sob efeito de álcool e outras substâncias psicoativas é de R$ 2.934,70. Sobre esse valor são acrescidos outros valores, como o da fiança para responder em liberdade, que é estipulado pela autoridade policial, das infrações pela ausência da CNH, certificado de registro, entre outras irregularidades.
A operação Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT). A ação contou com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (22.4), em Pedra Preta, um mandado de prisão em desfavor de um homem, de 26 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A ação integra a Operação Regional Rondonópolis Segura, voltada ao cumprimento de ordens judiciais e intensificação do combate à criminalidade na região.
A ordem judicial, cumprida pela Delegacia de Pedra Preta, refere-se à regressão de regime, com pena remanescente de sete anos a ser cumprida inicialmente em regime fechado, expedida pela Vara Única da Comarca de Pedra Preta.
O caso ocorreu em 2017, quando a mãe da vítima procurou a Polícia Civil para relatar abusos praticados contra sua filha, que à época tinha 12 anos, enquanto o autor tinha 18 anos.
De posse do mandado judicial, a equipe policial deu início a diligências investigativas com o objetivo de localizar e prender o condenado, que se encontrava foragido. Após levantamento de informações, ele foi localizado na região da Vila Garça Branca, distrito de Pedra Preta.
Ele foi preso e não ofereceu resistência. Em seguida, foi conduzido à sede da Delegacia de Pedra Preta, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências legais cabíveis.
“A ação evidencia o empenho investigativo da Polícia Civil no cumprimento de ordens judiciais e na responsabilização de autores de crimes graves, reforçando o compromisso institucional com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade e a garantia da justiça”, destacou o delegado Fabricio Garcia Henriques.