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MATO GROSSO

Setasc amplia Rede Sine-MT e inaugura unidade em Porto Alegre do Norte

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O Sistema Nacional de Emprego em Mato Grosso (Sine-MT) ganhou mais um posto de atendimento. A unidade, vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), foi inaugurada nesta sexta-feira (05.07), no município de Porto Alegre do Norte (1.034 km de Cuiabá).

A partir de agora, os moradores do município poderão contar com os serviços de intermediação de mão de obra, habilitação do trabalhador para recebimento do seguro-desemprego, cadastro dos trabalhadores desempregados em sistema informatizado, além de promoção e orientação sobre qualificação profissional. A unidade está localizada na Avenida Betumarco, lote 12, quadra 07 – Centro. O atendimento é realizado das 07h30 às 11h30 e 13h às 17h, de segunda a sexta.

Com o novo posto de Porto Alegre do Norte, a Rede Sine de Mato Grosso conta com 36 postos de atendimento, presentes em 32 municípios no Estado.
De acordo com a coordenadora do Sine-MT, Simone Koehler, a abertura da nova unidade de atendimento da instituição, em tempo recorde, é uma soma de esforços, visto que o Sine é uma política a nível nacional.

“O Sine-MT é uma referência para empresas e os trabalhadores porque é um suporte para essas pessoas. Então a gente fica muito satisfeito em ver concretizado todo esse trabalho, que iniciou no começo do ano e o processo não é simples. Ele começa com a necessidade do município e demanda, e o município de Porto Alegre do Norte entendeu a importância”, afirmou Simone.

Ela ressaltou que as diretrizes para a criação dos postos de atendimento são determinadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, sendo executada nos Estados e municípios, e tendo o Conselho Estadual do Trabalho como órgão que delibera, controla e fiscaliza a execução das políticas de trabalho, emprego e renda. Esses atores atuam em conjunto em prol de um mesmo objetivo, que é ofertar ao trabalhador e empregador um serviço público de intermediação de mão de obra, com foco sempre no atendimento ao público com qualidade.

O prefeito de Porto Alegre do Norte, Daniel Rosa, agradeceu ao governador Mauro Mendes e à secretária da Setasc, Grasi Bugalho, pelo empenho na entrega da unidade do Sine-MT no município.

“Fico muito grato pelo auxílio à nossa cidade, visto que a população não precisará se deslocar para Confresa ao buscar os atendimentos do Sine. Também agradeço em nome da Simone, coordenadora estadual do Sine, toda a equipe da Setasc que nos auxiliou com a documentação para que este sonho se tornasse realidade em tempo recorde. A gente fica muito feliz com essa conquista do Sine em Porto Alegre do Norte, porque vai trazer muitos benefícios, tanto para o empregador quanto para o empregado”, declarou o prefeito.

Sine

O Sine é uma política pública de emprego que, por meio da gestão descentralizada e compartilhada, busca promover a oferta integrada de ações e serviços de intermediação de mão de obra, habilitação de seguro desemprego, orientação profissional, qualificação profissional, tendo suas diretrizes baseadas na Lei 13.667, de maio de 2018.

O Governo Federal, por meio do Ministério do Trabalho e Emprego, coordena e supervisiona as ações e serviços do Sine. O Estado de Mato Grosso realiza o monitoramento das ações da Rede Sine, prestando apoio e assessoramento técnico aos municípios que aderem à política do Sine.

Serviço

A unidade do Sine-MT, em Porto Alegre do Norte, está localizada na Avenida Betumarco, lote 12, quadra 07 – Centro. O atendimento é realizado das 07h30 às 11h30 e 13h às 17h, de segunda a sexta.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

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Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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