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Nathalie Moellhausen é eliminada de Paris-24 e revela tumor benigno na coluna

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Nathalie Moellhausen é eliminada de Paris-24 e revela tumor benigno na coluna
ESTADÃO CONTEÚDO

Nathalie Moellhausen é eliminada de Paris-24 e revela tumor benigno na coluna

A esgrimista Nathalie Moellhausen fez uma estreia dramática nos Jogos Olímpicos de Paris-2024, neste sábado (27). A brasileira sofreu um mal-estar durante o duelo com a canadense Xiao Ruien na espada e, ao fim do confronto, revelou que será operada para remover um tumor benigno em sua coluna. A cirurgia foi marcada para a segunda-feira (29), de acordo com o Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Nathalie descobriu o problema de saúde nesta semana, a poucos dias de estrear em sua terceira Olimpíada da carreira. A atleta de 38 anos passou por uma crise de lombalgia na reta final da preparação para os Jogos Olímpicos e chegou a ser hospitalizada. Uma ressonância magnética e uma biópsia detectaram um tumor, “com aspectos de benignidade”, segundo o COB, na coluna da esgrimista.

Inicialmente, Nathalie foi tratada apenas com analgésicos, de forma a manter suas chances de competir em Paris-2024, como aconteceu neste sábado. Ela acabou sendo derrotada pela rival canadense por 15 a 11, após sofrer um princípio de desmaio durante a disputa e precisar de atendimento médico antes de retomar o duelo.

Demonstrando sinais de que estava sem fôlego, ela proferiu apenas uma frase para a imprensa ao fim da disputa. “Tudo o que eu tenho que dizer será após a cirurgia, semana que vem” , afirmou a esgrimista. A operação será na capital francesa, onde a atleta mora desde 2006. Os médicos vão remover o tumor e também fazer a descompressão do local.

Integrantes da área de saúde do COB foram ao hospital durante a internação da Nathalie na semana passada, estiveram em contato com o médico particular da atleta e a própria Nathalie e têm monitorado toda a situação de perto. Segundo o COB, a atleta optou por voltar ao hospital para ser reavaliada por seu médico logo após a estreia nos Jogos Olímpicos. Ela foi acompanhada pelos médicos do comitê em sua ida ao hospital neste sábado.

Nascida em Milão, Nathalie é filha de um alemão e de uma brasileira. Ela é o principal nome da esgrima nacional e já adulta obteve a cidadania brasileira, decidindo representar o País nas competições. Foi campeã mundial de esgrima em 2019 e medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, no ano passado. Seu melhor resultado em Olimpíada é a fase de quartas de final nos Jogos do Rio-2016.

Zebra elimina tricampeão
A primeira grande zebra em Paris-2024 aconteceu neste sábado na esgrima. Único atleta homem da modalidade a ser tricampeão olímpico individual, o húngaro Aron Szilagyi foi eliminado na estreia no sabre por um estreante no Jogos, o canadense Fares Arfa, por 15 a 8.

Szilagyi foi campeão olímpico no sabre em 2012, 2016 e 2021 e buscava, em Paris, se tornar o único esgrimista da história com quatro medalhas de ouro individuais nos Jogos. O húngaro acumulava 15 vitórias consecutivas em Olimpíadas desde a derrota para Keeth Smart, dos Estados Unidos, nas oitavas de final de Pequim-2008.

Em sua estreia olímpica, o 35º colocado no ranking mundial abriu seis pontos de vantagem no início do confronto com Szilagyi. O favorito e quinto do ranking conseguiu diminuir a diferença para 6 a 4, mas não foi incapaz de alcançar o adversário de 29 anos. “Estou um pouco em choque agora, então ainda não estou desapontado ou com raiva de mim mesmo. Aconteceu tão rápido e nunca pensei que minha competição individual aqui em Paris seria tão curta” , disse Szilagyi, de 34 anos.

“É realmente um choque. É como se meu oponente me lesse. Eu era um livro aberto para ele. O que ele queria acontecia. Todas as defesas dele funcionaram. Era como se ele tivesse sido tricampeão olímpico e eu fosse o estreante” , afirmou o húngarom que tem ainda uma medalha de bronze por equipes nos Jogos de Tóquio.

Szilagyi ainda tem a chance de minimizar a má impressão deixada em Paris na quarta-feira (31), quando volta a competir na disputa por equipes no sabre. A eliminação precoce de Szilagyi não foi a única surpresa na esgrima neste sábado. O campeão mundial de sabre de 2023, Eli Dershwitz, dos Estados Unidos, foi derrotado por 15 a 10 pelo húngaro Csanad Gemesi. Sun Yiwen, atual campeã olímpica na espada, perdeu a estreia por 14 a 13 para a japonesa Miho Yoshimura.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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