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Após xingar Nikolas de ‘chupetinha’, Janones é ‘ameaçado’ na CCJ

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André Janones
Divulgação: Câmara dos deputados – 22/03/2022

André Janones

O clima esquentou na reunião da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, nesta quarta-feira (29) , em Brasília, num confusão que começou onten, entre dois deputados mineiros e hoje envolvou outro do Distrito Federal.

Tudo começou na terça, na sessão convocada para ouvir o ministro da Justiça, Flávio Dino. Nikolas buscava permissão para falar, mas era interrompido por outros parlamentares.

Foi que então, André Janones (Avante-MG) interrompeu Nikolas e disse: “Vai chupetinha!”.

A fala teve repercussão nas redes e Janones foi acusado de usar o termo de forma homofófica. Leia mais : O parlamentar também está sendo acusado por quebra de decoro e pode responder pela fala no Conselho de Ética da Câmara .

Hoje, na reunião da mesma comissão (CCJ), o deputado Alberto Fraga (PL-DF) pediu a palavra e disse que ‘estava participando’ da reunião para fazer oposição e para brigar com Janones.

“Eu confesso que vim para essa comissão disposta a brigar com o senhor [Janones]. Eu vi foi um covarde, um valentão que usou a palavra… Pera ai que sou que tô falando aqui… E eu não uso chupeta não. Eu uso é revólver mesmo, é pistola”.

Janones, então, interrompe os colegas e pede intervenção da polícia legislativa e diz:

“Fui ameaçado de morte, excelência. Acabei de ser ameaçado. Vossa excelência me ameaçou de morte e vossa excelência deve ser caçado por esta casa”.

Termo homofóbico

Janones negou que a palavra tenha sido empregada com uma conotação homofóbica.

Hoje pela manhã (29), Janones reconheceu publicamente ter sido o parlamentar que utilizou o microfone com o termo “chupetinha”. Mas negou tenha sido empregado com uma conotação homofóbica.

Inicialmente, o insulto foi erroneamente atribuído nas notas taquigráficas ao presidente da CCJ, deputado Rui Falcão (PT-SP). No entanto, o documento foi corrigido posteriormente, visto que Falcão havia desligado seu microfone no momento da ofensa.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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