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A era dos streamings: Bernardo Felinto fala sobre mudanças na teledramaturgia

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A era dos streamings: Bernardo Felinto fala sobre mudanças na teledramaturgia
Fernanda Moura

A era dos streamings: Bernardo Felinto fala sobre mudanças na teledramaturgia

Há quem diga que o indivíduo nasce com um dom. Outros afirmam que o talento pode ser desenvolvido ao longo da vida. Não há uma máxima que comprove qual das duas assertivas está correta, mas temos exemplos que mostram pessoas com fortes aptidões desde a infância . Este é o caso de Bernardo Felinto .

Aos 15 anos, no pico da juventude, o brasiliense descobriu que queria ser ator. “Eu ouvi uma propaganda no rádio de um curso chamado Mergulho Teatral, no Teatro dos Bancários, e eu morava na 315 Sul. Achei curioso, fui lá para a primeira aula e, desde então, por mais que pareça clichê, soube que era isso que eu queria fazer”, relembra Bernardo.

Anos depois, o Teatro dos Bancários virou sua casa. Lá, o artista criou o grupo de comédia chamado De Quatro é Melhor, com apresentações que duraram quase uma década. Em seguida, embarcou rumo à New York Film Academy, fase definida por Bernardo como uma das mais importantes de sua vida.

Ao retornar ao Brasil, participou de mais de 30 peças, tanto na capital quanto em outras cidades do País. Além de temporadas nacionais com a Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo, Bernardo escreveu do zero alguns espetáculos, a exemplo de Não Durma de Conchinha e Tudo Sobre Nossa Vida Sexual.

Seguido pelo teatro, o cinema entrou definitivamente para a realidade do brasiliense. Em junho de 2024, o artista viu um dos projetos mais importantes de sua carreira nas telonas. Em Letícia, Bernardo foi protagonista, ao lado de Sophia Abrahão. Na trama, ele viveu Gustavo, um solteiro convicto que vê sua vida mudar ao conhecer a intrigante Letícia.

Como um movimento natural de sua carreira, fez várias participações em novelas da Rede Globo e criou, em Brasília, há 16 anos, o Curso de Teatro Bernardo Felinto.

As diferenças da atuação no teatro e no audiovisual

“Linguagens completamente diferentes” . Essa foi a resposta de Bernardo para o questionamento sobre as grandes diferenças da maneira de se atuar no teatro e no cinema.

“Eu costumo falar para os meus alunos que uma boa atuação é boa em qualquer lugar, mas, certamente, o teatro exige um nível enérgico um pouco maior do que o audiovisual, já que esta é uma interpretação mais realista”, explica.

Mas e quanto à preparação? Segundo o artista, também há diferenciações. No teatro e no cinema, há um tempo para a composição de um personagem. “Geralmente, em uma peça, por exemplo, a gente ensaia três, quatro, cinco, seis meses antes da estreia. Já em novelas, raramente existe esse tempo e, quando se tem, é muito curto”, conta.

A metamorfose das produções

Há vinte anos, o cenário era outro, e o brasiliense testemunhou essa metamorfose. Entre as maiores mudanças, Bernardo conta que, atualmente, a escolha de um elenco é mais democrática.

“Acredito que isso tenha acontecido porque, quando eu comecei, não havia as plataformas digitais onde atores de todo o País podem aparecer”, reflete.

Ao considerar as diferenças na área entre gerações, Bernardo também ressalta o fato de que o mercado está mais inflado, principalmente com os influenciadores ganhando cada vez mais espaço nesse universo.

“Eu acho que tem seus prós e contras. Apesar de estar mais democrático, acredito que não atores, de alguma forma, estão ocupando o lugar de atores exatamente pela popularização da internet, de vídeos, da quantidade de seguidores”, diz.

A era dos streamings

O streaming está dominando o audiovisual. Como consequência da visibilidade e do crescente consumo por essas plataformas, os jovens atores estão buscando com mais intensidade por esses canais.

“Naturalmente, acompanhando esse movimento, as grandes emissoras de TV aberta e fechada estão produzindo mais séries, produtos mais curtos, que é o que está prevalecendo no mercado”, comenta Bernardo.

Contudo, as novelas, principalmente da Globo, que têm um padrão altíssimo de qualidade, continuam muito fortes, afinal, elas fazem parte da cultura brasileira. Uma das razões de essas produções não ficarem para trás é o fato de se adaptarem aos moldes mais apreciados pelo telespectador.

Assim como todo artista, Bernardo ainda quer mais desafios na carreira. Sobre o futuro, o brasiliense compartilhou com o GPS|Brasília alguns de seus projetos para 2024 e 2025.

“Quero voltar com a minha peça Tudo Nossa Vida Sexual e, de repente, fazer uma temporada no Rio e em São Paulo. Tenho o planejamento de um outro espetáculo de drama para estrear no Rio de Janeiro, em 2025. Estou em conversas também para fazer um novo longa com um diretor que é muito parceiro meu, que é o Kleber Macedo”, compartilha.

Ainda, para quem acompanha o canal do Bernardo no YouTube, o Só Um Minuto, a novidade é animadora: o brasiliense considera voltar com os vídeos.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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