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Por que Caçulinha era conhecido assim? Entenda a origem do apelido

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Por que Caçulinha era conhecido assim? Entenda a origem do apelido
ESTADÃO CONTEÚDO

Por que Caçulinha era conhecido assim? Entenda a origem do apelido

O maestro Caçulinha morreu na madrugada desta segunda-feira (5), aos 86 anos. Rubens Antonio da Silva, seu nome de batismo, estava internado no Hospital Santa Maggiore , em São Paulo, havia cerca de dez dias, onde se recuperava de um enfarte. O artista ganhou projeção na TV, participando de programas da Record e, mais tarde, do Domingão do Faustão .

Caçulinha recebeu esse apelido por conta do pai, Mariano, da dupla Caçula e Mariano. Os irmãos tocavam modas de viola pelo interior de São Paulo.

A dupla foi descoberta pelo empresário Cornélio Pires, que já vislumbrava um investimento fonográfico na música caipira. Eles foram os responsáveis por gravar a primeira música sertaneja registrada em disco, Jorginho do Sertão, em 1927 – exatos 10 anos depois do primeiro samba ter sido gravado em disco, Pelo Telefone , de Donga.

Com a morte de Caçula, o filho de Mariano, Rubens, assumiu o lugar do tio na dupla. Pela veia artística da família, desde muito cedo Caçulinha demonstrava aptidão com os instrumentos. Aprendeu a tocar viola e sanfona ainda criança.

O músico começou com o sertanejo, mas a versatilidade o levou para o forró e a bossa nova. Trabalhou com Luiz Gonzaga, João Gilberto, Caetano Veloso e Elis Regina.

Foram 31 discos gravados ao longo da carreira, entre eles Bossa e Saudade (1966) e Clássicos do Sertão (1981). Um de seus últimos álbuns foi No Arraiá , de 2009

Na televisão

Caçulinha começou na TV em 1965, na antiga TV Record, no célebre Fino Trato – programa apresentado por Elis Regina e Jair Rodrigues. Nos anos 1980, foi para a Bandeirantes, onde conheceu Faustão. Os dois trabalham juntos no Perdidos Na Noite . Quando o apresentador migrou para a Globo, Caçulinha também foi, em 1989.

Caçulinha teve participações marcantes em outros programas da casa, como o Sai de Baixo, quando ele fazia as trilhas incidentais do humorístico.

O velório do maestro será realizado na Capela do Cemitério São Paulo, na Rua Cardeal Arcoverde, 1250, em Pinheiros, zona oeste, a partir das 11h. O sepultamento está previsto para as 16h no mesmo local.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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