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Milene Costa: “Cacos na alma”

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Milene Costa: “Cacos na alma”
Milene Costa

Milene Costa: “Cacos na alma”

O rompimento de pensamentos e sentimentos dentro de nós produz uma certa sensação de que carregamos cacos, pedaços, fragmentos, lascas e resíduos do que não existe mais. Os cacos na alma convidam a ressignificar o que existiu em formatos que não existem mais.

Pedaços de nós estão espalhados pelo tempo de vida que temos. São bocados de pensamentos e sentimentos que se espalharam por dentro de nós e que de vez em quando aparecem como gatilhos, que se expressam em desejos e medos. Uma vez identificados, nomeados e reconhecidos como lascas da não existência, é possível decidir o que fazer com eles. Afinal, ninguém merece ser surpreendido com um tempo inexistente.

Os fragmentos dos outros, também estão distribuídos dentro de nós. São migalhas de imagens, expectativas, desejos e medos do que vivemos, nos fizeram viver e do que observamos ao nosso redor. Existem restos de confiança despedaçada, ruínas de alegrias incompletas e estragos de tristezas permanentes. Se não houver constantemente limpezas ou faxinas curativas, adoecemos e perdemos o vigor de viver.

Os destroços dos acontecimentos ou situações que não saíram como planejado ou esperado, deixam entulhos pelo caminho. Muitas vezes, essas sobras impedem os novos sonhos, bloqueiam a coragem e inibem os movimentos na direção do novo. Alterar a maneira de ver, sentir e pensar como se projeta a vida é fundamental para evitar o desmoronamento do caminhar.

A vida é como um laboratório, isso significa que estamos fazendo testes, verificando se funciona, checando resultados, alterando rotas, modificando abordagens e misturando os processos. É tempo de ressignificar os cacos da alma!

Agenda de Agosto

06.08 | Inicio do curso O Espírito da fé

19.08 | Minicurso – Os extremos em equilíbrio: estudo sobre o livro o nascimento da tragédia de Nietzsche – 19:30 às 21h

26.08 | Minicurso – Os extremos em equilíbrio: estudo sobre o livro o nascimento da tragédia de Nietzsche – 19:30 às 21h

28.08 | Silêncio: uma espiritualidade na prática com o Pe. Luís Eustáquio 9:30 – 11:30

29.08 | Bistrô do saber: as famílias nas novas sociedades

*Milene Costa é Doutoranda em Ciências da Religião, Mestre em Filosofia e possui diversas especializações na área de Teologia, além de uma carreira de mais de vinte anos como acadêmica. É a fundadora e maior responsável pela Ser e Pertencer, espaço que auxilia pessoas e grupos no cultivo da qualidade humana para as novas sociedades.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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