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Banco de Candidatos do Concurso Unificado terá mais de 13 mil vagas

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O Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) terá um modelo de seleção inédito, que formará um banco de candidatos aprovados em lista de espera, para futuras convocações.

A medida aumentará as chances de convocações de candidatos aprovados entre os mais de 2,11 milhões de inscritos.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) reafirmou, nesta sexta-feira (9), que cada um dos oito blocos temáticos do concurso terá um banco de aprovados com o dobro do número de vagas imediatas do respectivo bloco previstas no edital inicial do certame.

O chamado Enem dos Concursos prevê a possibilidade de contratação imediata de 6.640 aprovados para diversos cargos, com exigência de níveis médio, técnico e superior de escolaridade, em 21 órgãos da administração pública.

Com a adoção do modelo de banco de candidatos aprovados, ao todo, serão mais de 13.280 classificados para compor o banco de candidatos.

Lista de espera

O inédito banco de candidatos aprovados em lista de espera irá classificar os candidatos que, após a soma das notas nas provas objetivas, discursivas e nas provas de títulos, estiverem classificados até o limite de duas vezes o número de vagas imediatas do bloco temático.

A ordem na lista de espera obedecerá as notas mais altas obtidas pelos aprovados.

De acordo com o edital, no momento da inscrição, cada candidato pode concorrer a três cargos, desde que seja parte do mesmo bloco. O candidato também escolhe a ordem de preferência dos três cargos.

Por isso, o ranqueamento dos candidatos dentro do banco de aprovados levará em consideração esses cargos e as especialidades escolhidas.

O número de vagas em cada um dos oito blocos, conforme o edital é:

·     Bloco 1: 727 vagas imediatas e 1.454 outros candidatos ficarão classificados no banco de candidatos aprovados em lista de espera;

·     Bloco 2: 597 vagas imediatas e outros 1.194 candidatos ficarão classificados no banco;

·     Bloco 3: 530 vagas imediatas e outros 1.060 candidatos ficarão classificados no banco;

·     Bloco 4: 971 vagas imediatas e outros 1.942 candidatos ficarão classificados no banco;

·     Bloco 5: 1.016 vagas imediatas e outros 2.032 candidatos ficarão classificados no banco;

·     Bloco 6: 359 vagas imediatas e outros 718 candidatos ficarão classificados no banco;

·     Bloco 7: 1.748 vagas imediatas e outros 3.496 candidatos ficarão classificados no banco;

·     Bloco 8: 692 vagas imediatas e outros 1.384 candidatos ficarão classificados no banco.

Total: 13.280 pessoas no banco de candidatos.

Cálculo

O ministério explicou que quem, por exemplo, em um primeiro momento, não tiver nota suficiente para passar na primeira opção de cargo, sinalizada no momento da inscrição, poderá atingir a nota mínima para entrar no seu segundo cargo prioritário. Mesmo assim, ainda seguirá no banco de candidatos para a primeira opção e tem chance de ser chamado, posteriormente, ainda que tenha assumido o cargo que foi sua segunda opção.

Quem for contratado para sua terceira vaga de preferência, por exemplo, pode se manter no banco de candidatos para a sua primeira e segunda vagas escolhidas como prioritárias no momento da inscrição, tendo chance de ser convocado para ocupar posições melhores que surjam futuramente, se atingir os pré-requisitos.

O assessor do Gabinete da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP) do ministério e membro do Grupo Técnico Operacional do CPNU, Pedro Assumpção Alves, explica que as pessoas terão notas e posições diferentes para cada cargo ranqueado dentro do bloco temático escolhido na inscrição.

“O candidato concorre a todas as vagas em que se inscreveu dentro do bloco. A classificação depende de ele atingir as notas mínimas de cada cargo e estar classificado dentro do quantitativo estipulado para o banco, que é de duas vezes o número de vagas imediatas do bloco temático”, informou o integrante do Grupo Técnico Operacional do CPNU Pedro Assumpção Alves.

Convocações

As novas convocações para os cargos previstos neste concurso poderão ser feitas a cada 6 meses ou conforme a necessidade e o fluxo de liberação e desocupação dos cargos.

Também há a possibilidade das pessoas que estão no banco de candidatos em lista de espera serem chamadas a assumir vagas temporárias no serviço público federal. Caso o candidato assuma uma vaga temporária, ele seguirá no Banco de Candidatos, aguardando possíveis vagas efetivas, sem perder sua classificação.

Concurso Unificado

A aplicação das provas do concurso unificado do governo federal foi remarcada para 18 de agosto, após adiamento autorizado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos em maio devido à situação de calamidade provocada pelas fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul, entre os meses de abril e maio.

As remunerações variam de R$ 3.741,84 a R$ 22.921,71. 

A banca organizadora do certame é a Fundação Cesgranrio.

O Cartão de Confirmação de Inscrição dos candidatos, com os locais de prova do certame, está disponível desde quarta-feira (7) na Área do Candidato, mesma página da Internet em que a pessoa fez a inscrição no certame.

Para acessar, é preciso fazer login com os dados da conta do portal único de serviços digitais do Governo Federal, o Gov.br.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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