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Animais Noturnos: um filme fora do mainstream

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Animais Noturnos: um filme fora do mainstream
Lula Mattos

Animais Noturnos: um filme fora do mainstream

Chegou na Netflix o filme vencedor do Festival de Veneza (2016), Animais Noturnos , um dos mais intrigantes da carreira de Jake Gyllenhaal.

Animais Noturnos é um filme fora do mainstream, que são filmes planejados pelo criador da obra, que não dependem de decisões baseadas na “certeza” de sucesso de bilheteria, no lucro de produtores e estúdios. Eles geralmente não estão disponíveis nas plataformas de streaming, por serem considerados “filmes de autor”.

E o autor aqui nesse caso é o estilista/cineasta Tom Ford. Ele trouxe o seu estilo único da “Alta Costura” para o cinema. Ford produz, roteiriza e dirige o filme. Essa “autoria” já pode ser notada no seu primeiro filme, Direito de Amar , de 2009, que visualmente e dramaturgicamente já expressava a assinatura do autor.

Susan (Amy Adams) é uma negociante de arte de Los Angeles que vive uma vida privilegiada, mas incompleta, ao lado de seu marido Hutton Morrow (Armie Hammer). Em um final de semana em que o marido estava viajando, ela recebe um pacote inesperado: um livro escrito por seu ex-marido, Edward (Jake Gyllenhaal), é dedicado a ela. Uma publicação violenta e de forte apelo emocional.

A verdade é que tanto Susan quanto Edward, não se realizaram nas suas verdadeiras vocações – ela, artista plástica; ele, escritor. Essas frustrações que não são explicitadas na narrativa, contribuem para o verdadeiro tema de Animais Noturnos : a “vingança”. Vingança contra a vida que os levou a tomar caminhos diferentes.

Ford constrói as narrativas em elipses que não necessariamente seguem a mesma história. Elas são paralelas: uma está centrada na realidade e a outra no que poderia ter sido, ou realmente foi. Complicado, né? Mas garanto a vocês que vale muito a pena entrar nesse mundo, que te leva a interagir com a obra, e tirar suas próprias conclusões.

É sempre bom e saudável, para nós, amantes do cinema, às vezes nos desafiarmos com narrativas elípticas, não lineares, com começo, meio e fim.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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