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Wellington Luiz sobre o PPCub: “Sentimento é que a gente respeite os vetos”

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Wellington Luiz sobre o PPCub: “Sentimento é que a gente respeite os vetos”
Caio Barbieri

Wellington Luiz sobre o PPCub: “Sentimento é que a gente respeite os vetos”

O presidente da Câmara Legislativa ( CLDF ), deputado Wellington Luiz (MDB), indicou nesta segunda-feira (12) que os parlamentares distritais provavelmente manterão os vetos do governador Ibaneis Rocha (MDB) ao Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub). O plano, sancionado pelo governador no mesmo dia, foi aprovado com 63 vetos ao texto original, que regulamenta a ocupação da área tombada de Brasília.

“O sentimento é que a gente respeite os vetos do governador. Não estou vendo clima para discutir e derrubar esses vetos, então acredito, sim, que serão mantidos”, afirmou Wellington Luiz ao GPS|Brasília .

O PPCub, uma proposta de autoria do governo, busca equilibrar o desenvolvimento urbano com a preservação do patrimônio cultural de Brasília, reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como Patrimônio Cultural da Humanidade. Os vetos de Ibaneis Rocha foram justificados como necessários para manter esse equilíbrio, após ouvir críticas de diversos setores da sociedade civil.

Vetos

Entre os vetos mais significativos está o que impediu o aumento da altura de 16 prédios nos setores hoteleiros Norte e Sul, que poderiam passar de três para 12 andares, próximos à Esplanada dos Ministérios.

Outros pontos barrados incluem a criação de um camping no Parque dos Pássaros, no fim da Asa Sul, e a instalação de comércios no Setor de Embaixadas Norte. Ibaneis também vetou emendas que permitiam a transferência de áreas verdes para a Terracap, e novos usos nos postos de combustíveis do Plano Piloto, como a instalação de funerárias.

A proposta aprovada na CLDF também previa a autorização para o funcionamento de motéis e hotéis nas quadras 700 e 900 Sul e Norte, mas essa possibilidade foi descartada pelo governador. Adicionalmente, foi vetada a operação de atividades de grande porte, como hospitais, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG).

Ibaneis defendeu os vetos como fundamentais para assegurar o desenvolvimento sustentável e a segurança jurídica no Distrito Federal. “Analisamos o projeto com muito carinho e responsabilidade, ouvindo a sociedade do Distrito Federal. Alguns vetos foram de natureza técnica, outros por recomendação da Procuradoria, e alguns vieram diretamente das demandas da população”, justificou o governador.

Mesmo com os vetos, o PPCub traz mudanças importantes para algumas áreas. Agora, por exemplo, será permitido construir habitações nos pavimentos superiores dos prédios da W3 Norte, onde antes só eram permitidos escritórios. “Vamos ter a oportunidade de investir na revitalização de toda a área da W3, que hoje se encontra em completo abandono”, comentou Ibaneis.

Além disso, a nova legislação autoriza moradias nas quadras 700 do Noroeste e permite que quatro lotes às margens do Lago Paranoá, originalmente destinados a clubes, possam abrigar hotéis e apart-hotéis. A estimativa é que essa área, localizada próxima ao Palácio da Alvorada e ao Palácio do Jaburu, possa abrigar até 27 mil moradores em 9 mil apartamentos.

No Setor de Múltiplas Atividades Sul (SMAS), o gabarito foi elevado de 12 para 15 metros, regularizando as caixas-d’água dos prédios existentes.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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