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Reposição hormonal masculina é indicada? Médica explica polêmica

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Reposição hormonal masculina é indicada? Médica explica polêmica
Fernanda Moura

Reposição hormonal masculina é indicada? Médica explica polêmica

Entre as grandes polêmicas envolvendo os mecanismos relacionados à perda de peso, ao combate ao envelhecimento e ao aumento da libido e da massa muscular está a reposição hormonal. Para explicar melhor o assunto, o GPS|Brasília conversou com a endocrinologista Érika Fernandes, que logo de cara deixou claro que a reposição hormonal para fins estéticos é totalmente contraindicada.

“Todas as sociedades médicas brasileiras e internacionais contraindicam a reposição para finalidades estéticas. Os hormônios são considerados medicações, e toda medicação tem seu risco e seu benefício. Então, esse tipo de tratamento só é feito em quem tem deficiência e não tem risco elevado de complicações”, ressalta a médica.

A reposição hormonal nada mais é do que o emprego de hormônios exógenos com o objetivo de tratar uma deficiência. Esse processo pode ser conduzido por meio de diferentes vias, como intramuscular, oral e até intravaginal, e, nas mulheres , pode ser mais indicado na menopausa.

“As duas principais indicações para as pacientes que estão na menopausa envolvem os sintomas vasomotores, como os fogachos intensos, e o ressecamento vaginal. Mas preciso ressaltar que cada caso deve ser observado individualmente. Mulheres com históricos de câncer de mama, de útero e de ovário não podem fazer a reposição”, esclarece a endocrinologista.

Mas e para os homens, a reposição hormonal é indicada? Segundo a médica, os pacientes só têm a indicação para o tratamento de reposição de testosterona caso apresentem um hipoandrogenismo, ou seja, deficiência de hormônios esteróides produzidos a partir do colesterol, nas glândulas adrenais e nos testículos.

“Precisamos avaliar o nível de testosterona e a causa. Se o número estiver abaixo do indicado, pode ser por alguma alteração testicular ou do sistema nervoso central, por exemplo. Se o paciente já fez o uso de testosterona sem apresentar necessidade em nível de saúde, quando suspende o hormônio, pode aparecer o hipoandrogenismo”, explica Érika.

Nos casos dos homens, também há diferentes vias de reposição, como em gel e intramuscular. Para determinar qual será a escolhida, é necessária a avaliação médica.

“Quando o acompanhamento é bem feito pelo médico especializado, os riscos, tanto em homens quanto em mulheres, não é elevado em relação às pessoas que não fazem a reposição hormonal”, ressalta a profissional.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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