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Idosa de 96 anos se torna a mais velha do Reino Unido a ser condenada por direção perigosa

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Idosa de 96 anos se torna a mais velha do Reino Unido a ser condenada por direção perigosa
Redação GPS

Idosa de 96 anos se torna a mais velha do Reino Unido a ser condenada por direção perigosa

Uma mulher de 96 anos, que depende de cadeira de rodas, se tornou a pessoa mais velha do Reino Unido a ser condenada por direção perigosa. June Mills admitiu sua culpa no Tribunal da Coroa de Liverpool, após causar um acidente que resultou na morte de uma pedestre de 76 anos e ferimentos em outra mulher de 80 anos. As informações são do The Sun .

O incidente ocorreu em 2 de agosto do ano passado, quando Mills, ao volante de seu Vauxhall Corsa, perdeu o controle do veículo e subiu na calçada em Sefton, Merseyside. Durante o acidente, Brenda Joyce, de 76 anos, foi atingida fatalmente enquanto caminhava, e uma segunda mulher, de 80 anos, ficou ferida.

No tribunal, foi revelado que Mills perdeu o controle do carro ao pressionar excessivamente o acelerador, levando ao trágico acidente. Segundo a defesa, representada por Tom Gent, a idosa entrou em pânico quando o pedal do acelerador ficou preso sob seu pé, e ela não conseguiu reagir adequadamente para evitar o desastre.

Durante a audiência, Mills se apresentou em uma cadeira de rodas, acompanhada por seu marido, que estava sentado na galeria pública. Devido à sua condição física, a defesa argumentou que ela só consegue andar alguns passos e provavelmente não estaria apta a cumprir trabalhos comunitários não remunerados, uma pena comum nesses casos.

O caso de June Mills levanta questões sobre a segurança no trânsito e a aptidão de motoristas idosos para continuar dirigindo. A condenação marca um precedente na justiça britânica, destacando a gravidade das consequências de erros ao volante, independentemente da idade ou condição física do motorista.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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