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MATO GROSSO

MT Par abre cadastro de reserva para encarregado de obra, assistente administrativo e cadista

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A MT Participações e Projetos (MT Par) está com o edital aberto para cadastro de reserva para os cargos de encarregado de obra, assistente administrativo e cadista até sábado (8.2). As vagas são para atuar no Parque Novo Mato Grosso, que fica na rodovia de acesso a Chapada dos Guimarães.

Para o cargo de encarregado de obras, é exigido ensino fundamental completo e experiência mínima e comprovada de 6 meses na função ou em áreas correlatas. O salário é R$ 5,4 mil, bem como R$ 250 de ajuda de custo de transporte, R$ 300 de prêmio assiduidade e R$ 450 de prêmio por produtividade.

Já no cargo de assistente administrativo, a empresa exige curso técnico em gestão de recursos ou áreas afins e 6 meses de experiência prévia e comprovada na área. O salário é R$ 3,5 mil, bem como R$ 250 de ajuda de custo de transporte, R$ 300 de prêmio assiduidade e R$ 450 de prêmio por produtividade.

A outra vaga é para cadista. Para a oportunidade, as exigências incluem curso técnico de edificações ou áreas correlatas, conhecimento em AutoCAD e/ou REVIT e/ou CIVIL 3D e experiência mínima de 6 meses como cadista ou atribuições correlatas.

Os interessados na vaga devem fazer o cadastro no Parque no Mato Grosso, que fica localizado na Rodovia Emanuel Pinheiro, MT-251, km 11, Jardim Vitória. O atendimento é feito apenas de forma presencial no bloco administrativo do parque.

Mais informações sobre as vagas, bem como a lista de documentos necessários para o cadastro estão no edital.

Clique aqui e acesse o edital.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Inteligência artificial e fake news marcam debate sobre eleições

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O avanço da inteligência artificial e os riscos da desinformação no contexto do ano eleitoral foram o foco da entrevista promovida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) na sexta-feira (17), no Espaço MP Por Elas, no Pantanal Shopping. Parte projeto Diálogos com a Sociedade, a entrevista reuniu promotores e servidores para discutir como o uso dessas tecnologias pode impactar o processo democrático e quais medidas vêm sendo adotadas para prevenir abusos e práticas ilegais durante o período eleitoral.Participaram do debate o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano, o coordenador do Centro de Apoio Operacional Eleitoral (CAO), Mauro Poderoso de Souza, e o analista de inteligência cibernética do MPMT, Kembolle Amilkar de Oliveira.Durante a conversa, os convidados destacaram que a desinformação não se limita à mentira explícita, mas também inclui conteúdos verdadeiros divulgados fora de contexto, especialmente potencializados pelo uso indevido da inteligência artificial. “Fake news não é só a mentira descarada; é também a verdade fora de contexto. Nosso maior receio é não conseguirmos dar as respostas com a mesma velocidade que a mentira se espalha”, alertou o promotor de Justiça Mauro Poderoso.Do ponto de vista técnico, Kembolle Amilkar de Oliveira explicou como a tecnologia pode ser usada para manipular a percepção do eleitor e dificultar a identificação de conteúdos falsos. “Existe uma técnica chamada operação psicológica, que é uma manobra de persuasão em massa. Usando IA, é possível fazer manipulações em vídeos e áudios que influenciam a tomada de decisão do eleitor”, afirmou, ressaltando ainda a importância da educação digital da população para evitar a propagação de informações falsas.Ao tratar do papel institucional, o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano destacou que a inteligência artificial também pode ser uma aliada da democracia, desde que utilizada de forma responsável e transparente. “A IA trouxe facilidades e pode igualar oportunidades, desde que haja a obrigatoriedade de informar que o conteúdo foi feito com IA”, pontuou. O promotor de Justiça anunciou ainda que o MPMT trabalha no lançamento de um compilado de ferramentas, acessíveis por QR Code e links encurtados, para que os cidadãos possam verificar a autenticidade de fatos, imagens e vídeos. Segundo Daniel Carvalho Mariano, internamente, a tecnologia já auxilia na extração de informações processuais e na transcrição de áudios e vídeos, permitindo mais tempo de dedicação ao atendimento à sociedade.Os entrevistados também chamaram atenção para as consequências legais da desinformação no período eleitoral. “O descumprimento das regras é crime eleitoral. A consequência é a cassação e a inelegibilidade do candidato, além de multas”, explicou Mauro Poderoso. Para Daniel Carvalho Mariano, a melhor prevenção ainda é a cautela do cidadão. “Se o conteúdo é bombástico e pede para repassar sem pensar, a orientação é parar, respirar e não compartilhar. Na imensa maioria das vezes, é mentira”, concluiu.Assista à entrevista na íntegra aqui.  Diálogos com a Sociedade – A entrevista marcou o encerramento da primeira temporada de 2026 do projeto Diálogos com a Sociedade. Neste ano, o Espaço MP Por Elas integrou a programação da temporada 2026 do projeto, ampliando o diálogo do Ministério Público com a população em um ambiente acessível e de grande circulação. As entrevistas seguem disponíveis no canal do Youtube do Ministério Público do Mato Grosso (MPMT), fortalecendo o acesso à informação e reafirmando o compromisso institucional com a promoção da cidadania.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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