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Racha no União Brasil cria primeira crise no alto escalão do governo

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Daniela Carneiro é acusada de ter elo com miliciano
Billy Boss/Câmara dos Deputados

Daniela Carneiro é acusada de ter elo com miliciano

A ministra do Turismo, Daniela Carneiro , que havia sido indicada por acordo partidário, pode deixar o União Brasil e se filiar ao Republicanos , causando embaraço ao Palácio do Planalto e abrindo a primeira crise na base do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

A saída da ministra colocou-a no centro da disputa por cargos no primeiro escalão, pressionando o Planalto a realizar uma reforma ministerial.

O presidente nacional do União Brasil, deputado Luciano Bivar (PE), afirmou que não aceitará perder o comando do Ministério do Turismo para a ministra dissidente e que o partido lutará por uma nova indicação da legenda, caso a troca partidária se efetive.

O governo não tem discutido possíveis trocas na Esplanada com partidos ou parlamentares, mas integrantes da articulação política já avaliam como atuar em caso de agravamento da crise.

Deputados do Rio, incluindo Daniela, alegam “justa causa” para desfiliação, citando “assédio” por parte da direção do partido.

O União Brasil passa por uma disputa política em vários estados, com cortes de senhas de movimentação do fundo partidário e acusações de fraude.

Uma das reclamações da bancada do Rio é que a negociação de cargos no governo estadual e na prefeitura tem passado pelo comando nacional, ignorando os deputados.

O marido de Daniela , prefeito de Belford Roxo (RJ) , Wagner Carneiro, s e filiou ao Republicanos na noite anterior e afirmou que a companheira irá acompanhá-lo.

Bivar, no entanto, reforçou que a pasta do Turismo pertence à cota do União Brasil, e não à Daniela, e que ninguém tem livre trânsito partidário por simples desagrado com qualquer tema.

Ainda não há notificação judicial sobre as saídas, apenas uma carta de insatisfação.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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