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POLÍTICA

Obras da MT-402 serão retomadas em abril no Distrito do Aguaçu

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As obras de implantação e pavimentação da rodovia MT-402, no trecho entre a MT-010 e o Distrito do Aguaçu, em Cuiabá, foram temporariamente paralisadas em razão do período chuvoso. A intervenção contempla uma extensão de 9,79 quilômetros e será retomada a partir do mês de abril, com o encerramento das chuvas, conforme garantiu o deputado estadual Eduardo Botelho (União). A pavimentação beneficia também as comunidades Machado e Aguaçu, beneficiando também Sucuri, Bandeira, entre outras.

A obra é resultado do trabalho do parlamentar em conjunto com os moradores da região, que há anos lutam pela concretização do benefício. Viabilizada por meio da Indicação nº 373/23, com apoio do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), a intervenção vai promover desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida da população, que atualmente enfrenta transtornos causados pela lama e pela poeira, conforme a estação do ano.

Em diálogo com moradores da região, o parlamentar tranquilizou a comunidade e reforçou que a paralisação é técnica e necessária para garantir a qualidade da obra. Segundo ele, a retomada já foi alinhada com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Marcelo Padeiro.

“ A obra foi paralisada apenas por causa do período chuvoso, mas será reiniciada nos próximos dias e concluída 100%. É palavra do secretário Marcelo Padeiro e palavra do deputado Eduardo Botelho. Esse é um compromisso nosso com a população do Aguaçu”, afirmou o parlamentar.

A confirmação também foi reforçada pelo presidente da Associação dos Moradores do Distrito do Aguaçu, Ademar Carlos Smaniotto, que esteve na Assembleia Legislativa em busca de informações sobre o andamento da obra.

“Viemos até a Assembleia para reivindicar a retomada das obras que estão paralisadas no Aguaçu. Saímos do gabinete do deputado Botelho com uma boa notícia, até o mês de abril, com o fim das chuvas, as obras serão retomadas”, destacou.

Transporte Coletivo – Além do avanço na infraestrutura viária, outra conquista importante para a comunidade do Aguaçu começou a se tornar realidade. Após uma articulação conduzida pelo deputado Eduardo Botelho, por meio da indicação parlamentar nº 5424/25 os pontos de ônibus foram implantados no distrito e, desde segunda-feira (09), os ônibus já começaram a circular, garantindo acesso ao transporte público para os moradores.

A implantação do serviço atende a uma demanda antiga da população local e representa um avanço significativo na mobilidade, facilitando o deslocamento de trabalhadores, estudantes e famílias que dependem do transporte coletivo para acessar serviços essenciais em Cuiabá.

Para Botelho, as ações reforçam o compromisso com o desenvolvimento regional e com a melhoria da qualidade de vida da população.

“São conquistas construídas com diálogo, persistência e compromisso com quem vive nessas regiões. Vamos continuar acompanhando de perto para garantir que tudo seja executado conforme o planejado”, concluiu o deputado.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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