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MATO GROSSO

Hospital Central encerra fevereiro com mais de 1,2 mil profissionais em atuação

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Fevereiro se encerra com cerca de 1,2 mil colaboradores e um corpo médico de 280 profissionais contratados pelo Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita. Assim como a operação da unidade, a ampliação do número de colaboradores ocorre em fases até alcançar em torno de 2 mil pessoas com a operação plena, prevista para este primeiro semestre.

No momento, 13 editais de contratação estão abertos com oportunidades para as áreas administrativa (alguns exemplos são vagas para analista de atendimento ao cliente, de dados e fiscal) e assistencial (enfermeiro intensivista, médicos, entre outros), além de aprendizes. Os interessados em trabalhar no Hospital Central, unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) gerida pelo Einstein Hospital Israelita, podem acessar este link para dar início ao processo de seleção.

As competências exigidas para cada cargo são descritas nos editais e a contratação segue o mesmo rigor adotado pelo Einstein, com diferentes etapas. A primeira é a triagem de currículos para observação dos requisitos requeridos para a vaga. São feitas provas online, de caráter eliminatório, aplicadas principalmente a profissionais das áreas assistenciais. Os selecionados são convocados para entrevistas com o setor de Recursos Humanos e os gestores das áreas específicas. Somente então a carta-proposta é enviada ao candidato escolhido.

“O Einstein é uma organização que valoriza muito as competências, incluindo as habilidades não técnicas, como comunicação, relacionamento interpessoal, adaptabilidade, empatia e inteligência emocional para a diferenciação dos profissionais. O processo seletivo considera não só aspectos técnicos, mas também o comportamento, soft skills”, reforça a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor. No primeiro mês de operação, 669 atendimentos foram realizados na unidade.

Uma recomendação da gerente de Recursos Humanos do hospital, Ana Júlia Leme, é que os candidatos fiquem atentos aos canais de comunicação sobre as vagas – em especial, o e-mail e telefone/celular cadastrados –, pois seus currículos compõem o banco de talentos do Einstein por até seis meses. “Se o candidato receber a proposta nesse prazo, não precisará fazer novamente o processo seletivo”, explica. Ela informa também que os interessados podem se inscrever em mais de um edital.

Primeiro emprego

O Hospital Central está com vagas abertas para jovens de 18 anos, com o ensino médio concluído, que queiram viver a primeira experiência profissional na unidade. Existem diversas oportunidades, que serão ofertadas ao longo das fases de implantação do hospital.

O acesso às informações é o mesmo, por este link. “É uma porta de entrada. A gente quer trabalhar muito no desenvolvimento desses jovens, que vamos capacitar durante o período que estiverem conosco. E não raramente esses profissionais são efetivados nas áreas em que estão”, pontua Ana Júlia.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo a última edição do ranking World’s Best Hospitals da revista Newsweek. Com sede em São Paulo, é uma organização filantrópica que leva, há 25 anos, a sua expertise em gestão hospitalar para o SUS. Atualmente, administra 35 unidades públicas, das quais nove são hospitais – um deles o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil localiza e prende condenado por estupro de vulnerável em Pedra Preta

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A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (22.4), em Pedra Preta, um mandado de prisão em desfavor de um homem, de 26 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A ação integra a Operação Regional Rondonópolis Segura, voltada ao cumprimento de ordens judiciais e intensificação do combate à criminalidade na região.

A ordem judicial, cumprida pela Delegacia de Pedra Preta, refere-se à regressão de regime, com pena remanescente de sete anos a ser cumprida inicialmente em regime fechado, expedida pela Vara Única da Comarca de Pedra Preta.

O caso ocorreu em 2017, quando a mãe da vítima procurou a Polícia Civil para relatar abusos praticados contra sua filha, que à época tinha 12 anos, enquanto o autor tinha 18 anos.

De posse do mandado judicial, a equipe policial deu início a diligências investigativas com o objetivo de localizar e prender o condenado, que se encontrava foragido. Após levantamento de informações, ele foi localizado na região da Vila Garça Branca, distrito de Pedra Preta.

Ele foi preso e não ofereceu resistência. Em seguida, foi conduzido à sede da Delegacia de Pedra Preta, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências legais cabíveis.

“A ação evidencia o empenho investigativo da Polícia Civil no cumprimento de ordens judiciais e na responsabilização de autores de crimes graves, reforçando o compromisso institucional com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade e a garantia da justiça”, destacou o delegado Fabricio Garcia Henriques.

Fonte: Governo MT – MT

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