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MATO GROSSO

Hospital Regional de Rondonópolis mantém certificação por atendimento ágil de casos de AVC

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O Hospital Regional de Rondonópolis, unidade administrada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), conseguiu manter a classificação ouro no prêmio WSO Angels Awards pela qualidade no atendimento e tratamento de casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC). A premiação já havia sido conquistada em 2025 e foi confirmada na sexta-feira (27.2).

“O Hospital Regional de Rondonópolis foi a primeira unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) de Mato Grosso a ganhar esta certificação internacional. Então manter a premiação é motivo de muito orgulho para a gestão por saber que os pacientes tratados na unidade superam o AVC sem nenhuma sequela, sendo que esta é uma das principais causas de morte e a principal causa de incapacidade no mundo”, ressaltou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Hospitais certificados como ouro demonstram excelência ao atingir metas essenciais, como tempo porta-agulha (tempo entre a chegada do paciente ao hospital e a administração do medicamento) abaixo de 60 minutos em pelo menos 50% dos casos, uso adequado da trombólise e adesão às diretrizes de profilaxia secundária na prevenção de recorrência de AVC.

Segundo o secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, a premiação demonstra os investimentos feitos pelo Governo de Mato Grosso para melhorar a saúde pública.

“A certificação consagra o nosso serviço como de muita qualidade no atendimento aos pacientes com AVC. Eles são tratados com celeridade e com muita dignidade para voltar as suas atividades de rotina sem sequelas porque temos uma equipe muito capacitada”, explicou.

A diretora do Hospital Regional de Rondonópolis, Milena Polizel, acrescenta que o diagnóstico do paciente com AVC na janela de 4 horas e meia é atendido imediato em uma hora fechado diagnóstico e realizado a medicação em tempo hábil.

“De janeiro de 2025 a dezembro de 2025, foram 318 casos de AVC atendidos e desses 37 pacientes trombolisados. Antes de instalarmos o projeto MT sem AVC na unidade, nós fazíamos em torno de seis pacientes”, disse.

O projeto surgiu há cerca de dois anos com a ideia de padronizar as medicações, agilizar o atendimento aos pacientes com AVC e possibilitar treinamentos para os profissionais de saúde dos 19 municípios da região sul de Mato Grosso.

“A meta para 2027 é conseguir diminuir para 45 minutos o tempo que o usuário leva para fazer o exame de tomografia, ter o diagnóstico de AVC e começar a tomar a medicação necessária. Em Rondonópolis, o Hospital Regional é o único que atende os casos de AVC, então todos os pacientes sob suspeita são trazidos para cá e são atendidos com excelência e agilidade”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Feedback não é humilhação: saiba diferenciar

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Segundo o dicionário, feedback é uma palavra de origem inglesa adotada no português para indicar retorno, retroalimentação, significando o ato de dar e receber informações, comentários ou avaliações sobre o desempenho, comportamento ou resultado de uma ação.

A liderança te chama em particular para te dar um feedback sobre sua performance profissional e o que você escuta não é bem aquilo que desejava ouvir, mesmo diante de todos os seus esforços. Você fica chateado(a), se sente injustiçado(a) e até mesmo bravo(a). Isso é assédio moral? A resposta é: não! Receber feedback faz parte do mundo do trabalho e pode ajudar na condução da carreira.

É preciso entender que a vida profissional traz consigo exigências acerca de eficiência, produtividade, qualidade no serviço realizado, cumprimento de prazos e metas, sobretudo no setor público, em que o interesse público possui primazia sobre o privado. Nesse contexto, exigir essas entregas, bem como fazer críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional não caracterizam assédio moral, por si só.

Quer saber se sua liderança passou do ponto? Entenda que o assédio moral é causado por abuso de poder diretivo, busca incessante por cumprimento de metas inatingíveis, cultura organizacional autoritária, rivalidade, desinformação e despreparo da chefia e até mesmo inveja. Ao perceber que a conduta da liderança tem raiz em algum desses aspectos, também é preciso observar os efeitos do tratamento na pessoa que se sentiu ofendida.

Vítimas de assédio moral costumam sentir dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, estresse e ansiedade, esgotamento físico e mental, perda do significado do trabalho, entre outros.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante. Também é exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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