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MATO GROSSO

SES promove curso de acupuntura para médicos da Atenção Básica

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) oferece 60 vagas no Curso de Acupuntura para Médicos da Atenção Básica de Mato Grosso. As inscrições da capacitação, em parceria com o Ministério da Saúde e com certificação pela Universidade Federal de Santa Catarina, podem ser feitas por este link (https://docs.google.com/forms/d/1actBMfgVWKDyeCbI_G4KMTigvY4lV2H3YoyOLFtszZQ/viewform?edit_requested=true) até o dia 20 de junho.

O curso visa promover a utilização da acupuntura de forma segura na Atenção Básica como uma alternativa de tratamento de doenças e sintomas comuns.

Serão 200 horas de capacitação, sendo 160 horas no formato de Ensino à Distância (EAD) para a parte teórica e 40 horas de parte prática. A etapa presencial será em Cuiabá, em novembro, para os médicos realizarem as dinâmicas de agulhamento, discussões de casos clínicos e avaliações de segurança e localização dos pontos sob a supervisão dos facilitadores.

“Vale ressaltar que o curso não tem como objetivo formar especialistas, mas capacitar médicos para realizar acupuntura para auxiliar no alívio de dores miofasciais e de outros sintomas comuns na rotina de atendimento da Atenção Primária, como prática complementar ao trabalho cotidiano do médico generalista na rede pública”, ressaltou a coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde da SES, Rosiene Pires.

Saiba mais sobre a acupuntura

A acupuntura é uma especialidade com base na medicina tradicional chinesa e da biomedicina. Sua prática é feita a partir da aplicação de pequenas agulhas em várias regiões do corpo. Nesses pontos estão localizados os nervos, tendões e as fibras musculares com benefícios no alívio das dores, tensões, relaxamento e também melhora no funcionamento do intestino.

Esse tipo de terapia também é indicado para diversos sintomas físicos e emocionais, incluindo o alívio da ansiedade. A acupuntura é uma prática integrativa que promove bem-estar e auxilia no controle de sintomas que afetam a qualidade de vida das pessoas no dia a dia.

*Sob a supervisão de Luiza Goulart

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Feedback não é humilhação: saiba diferenciar

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Segundo o dicionário, feedback é uma palavra de origem inglesa adotada no português para indicar retorno, retroalimentação, significando o ato de dar e receber informações, comentários ou avaliações sobre o desempenho, comportamento ou resultado de uma ação.

A liderança te chama em particular para te dar um feedback sobre sua performance profissional e o que você escuta não é bem aquilo que desejava ouvir, mesmo diante de todos os seus esforços. Você fica chateado(a), se sente injustiçado(a) e até mesmo bravo(a). Isso é assédio moral? A resposta é: não! Receber feedback faz parte do mundo do trabalho e pode ajudar na condução da carreira.

É preciso entender que a vida profissional traz consigo exigências acerca de eficiência, produtividade, qualidade no serviço realizado, cumprimento de prazos e metas, sobretudo no setor público, em que o interesse público possui primazia sobre o privado. Nesse contexto, exigir essas entregas, bem como fazer críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional não caracterizam assédio moral, por si só.

Quer saber se sua liderança passou do ponto? Entenda que o assédio moral é causado por abuso de poder diretivo, busca incessante por cumprimento de metas inatingíveis, cultura organizacional autoritária, rivalidade, desinformação e despreparo da chefia e até mesmo inveja. Ao perceber que a conduta da liderança tem raiz em algum desses aspectos, também é preciso observar os efeitos do tratamento na pessoa que se sentiu ofendida.

Vítimas de assédio moral costumam sentir dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, estresse e ansiedade, esgotamento físico e mental, perda do significado do trabalho, entre outros.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante. Também é exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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