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MATO GROSSO

Prefeitura de Salto do Céu promove Mostra Pedagógica

Publicado

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POR CLEO ALVES
Por intermédio da sua Secretaria de Educação, Cultura, Turismo, Desporto e Lazer, a Prefeitura Municipal de Salto do Céu promoveu, no dia 16 de novembro de 2022, quarta-feira, a 1ª Mostra Pedagógica do Programa União Faz a Vida-Sicredi Biomas.
     A secretária municipal de Educação, professora Cléria Aparecida Costa Cardoso, em nome das direções do CEMEI “Branca de Neve” e da Escola Municipal “Simão Bororó”, agradeceu a professora Josefa Sales Silva, coordenadora local do programa.
   “Ela vem desempenhando um belíssimo trabalho junto aos professores, professoras e toda à equipe da Educação”, disse Cléria, que também agradeceu aos alunos das 02 (duas) instituições, aos pais, familiares e às autoridades que se fizeram presentes na Primeira Mostra.
    “Obviamente, destacamos também os nossos agradecimentos especiais aos assessores do PUFV (Programa A União Faz a Vida-Sicredi), nas pessoas de Eber Ostemberg  e Cristiane Otília, pelo apoio e carinho que têm dedicado aos nossos professores/as, o que tornou possível a realização dos projetos, com destaques aos Valores do PUFV, Meio Ambiente, Alimentação Saudável, Reciclagem e Coleta Seletiva e também ao gerente do Sicredi de Salto do Céu,  Abel Chuina”, destacou a secretária.
    Cléria estendeu sua gratidão à Polícia Militar de Preservação Ambiental, “por abrilhantar ainda mais o evento com sua exposição e explanação à cerca dos animais taxidermizados”.
     Ela enfatizou que o prefeito municipal, Professor Mauto Teixeira Espíndola e a primeira-dama Elci Alves da Silva Espíndola, secretária de Assistência Social, sempre apoiam essas iniciativas.
“Ao prefeito Mauto e à primeira-dama Elci, externamos o nosso muito obrigado pelo apoio de sempre. Obrigada também a todos os que colaboraram, direta ou indiretamente, com a Primeira Mostra Pedagógica do Programa União Faz a Vida-Sicredi Biomas”, finalizou.

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MATO GROSSO

Perícia ambiental da Politec auxilia na solução de crimes e na responsabilização de infratores

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Da análise de vestígios em locais de homicídio à investigação de crimes ambientais, o trabalho da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) é fundamental para esclarecer ocorrências e subsidiar decisões da Justiça. Na área ambiental, a instituição atua na produção de provas técnicas que permitem identificar, dimensionar e comprovar danos causados aos recursos naturais em Mato Grosso.

A atuação é realizada pela Gerência de Perícias em Meio Ambiente (GPMA), unidade especializada na identificação, análise e quantificação de impactos provocados por atividades ilícitas contra a natureza.

Para o diretor-geral adjunto da Politec, Renato Simões, a perícia ambiental é uma ferramenta essencial para garantir a responsabilização de infratores e a preservação do patrimônio natural mato-grossense.

“A perícia ambiental é uma ferramenta essencial para a defesa do patrimônio natural de Mato Grosso. Por meio da ciência e da produção de provas técnicas, a Politec contribui para a responsabilização de infratores e para a preservação dos recursos naturais que são fundamentais para a qualidade de vida da população”, afirma.

Segundo o perito criminal George Adriano de Lamônica Araújo, o trabalho começa a partir do acionamento das autoridades policiais e envolve uma série de procedimentos técnicos para comprovar a materialidade do crime.

“A atuação da perícia ambiental é fundamentada na materialidade do ilícito ambiental. Nosso papel é constatar o dano, quantificar sua extensão, qualificar o impacto e, sempre que possível, determinar a autoria ou o nexo causal. O trabalho une o exame de campo à análise e ao processamento de dados geoespaciais”, explica.

Principais ocorrências

Entre os crimes ambientais mais registrados em Mato Grosso estão o desmatamento ilegal, os incêndios florestais e queimadas irregulares, intervenções em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reservas Legais, casos de poluição ambiental e infrações relacionadas à pesca ilegal.

Para identificar e comprovar essas práticas, os peritos analisam diferentes tipos de vestígios. Em ocorrências de desmatamento, por exemplo, são avaliadas as características da vegetação afetada, os limites da área degradada e os indícios de utilização de maquinário pesado.

Nos incêndios florestais, o foco está na identificação do ponto inicial do fogo e na delimitação da área atingida. Já nos casos de poluição ambiental, são coletadas amostras de água e sedimentos para exames laboratoriais capazes de identificar contaminantes e mensurar os impactos causados ao ecossistema.

Tecnologia como aliada

O trabalho pericial ambiental conta com tecnologias que ampliam a precisão das análises e fortalecem a produção de provas técnicas.

Imagens de satélite, drones e softwares especializados permitem mapear áreas degradadas, reconstruir a dinâmica dos danos ambientais e fornecer informações detalhadas para investigações e processos judiciais.

“O trabalho começa ainda na fase de planejamento, com a análise de séries temporais de imagens de satélite para compreender quando o dano ocorreu e qual era o estado original da área. Em campo, validamos essas informações, realizamos imageamento aéreo e coletamos evidências físicas para posterior elaboração do laudo”, destaca George.

Entre as principais ferramentas utilizadas estão a vetorização de imagens de satélite, o mapeamento por drones e a fotogrametria computacional, técnica que possibilita a criação de ortomosaicos e imagens georreferenciadas de alta resolução.

A importância da prova técnica

Os laudos produzidos pela Politec são fundamentais para a responsabilização dos infratores e para a reparação dos danos ambientais.

“A perícia fornece a prova material do crime ambiental. Os laudos apresentam dados matemáticos, mapas de satélite e análises laboratoriais que subsidiam o trabalho do Ministério Público e do Poder Judiciário. Também realizamos a valoração dos danos ambientais, transformando os vestígios encontrados em elementos técnicos e jurídicos”, afirma o perito.

Além de demonstrar a existência do dano, a perícia delimita com precisão as coordenadas geográficas da área afetada, vinculando o ilícito à propriedade ou ao local de origem da infração e conferindo maior segurança jurídica aos processos.

Impactos para sociedade

Os crimes ambientais produzem consequências que vão além das áreas diretamente afetadas. O desmatamento compromete a biodiversidade, altera o regime de chuvas e impacta atividades econômicas importantes para o Estado.

As queimadas provocam problemas de saúde pública, especialmente entre crianças e idosos, devido à fumaça e à piora da qualidade do ar. Já a contaminação de rios e nascentes pode comprometer o abastecimento de água e afetar comunidades que dependem diretamente desses recursos.

E é nesse contexto que entra a perícia ambiental como papel estratégico ao produzir provas que auxiliam na responsabilização dos infratores e na reparação dos danos causados ao patrimônio natural.

Fonte: Governo MT – MT

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