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Agronegócio

Ministério dos Transportes anuncia R$ 3,3 bilhões para integrar Mato Grosso à América do Sul e impulsionar o agronegócio

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O Ministério dos Transportes anunciou nesta quarta-feira (24.05) a liberação de R$ 3,3 bilhões para obras para integração de Mato Grosso à América do Sul. Entre obras previstas para o estado estão o Rodoanel de Cuiabá e pavimentação da BR-080 e a construção da BR-242, de Sorriso a Ribeirão Cascalheira, a 893 km da capital.

Os investimento serão apresentados pelo ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB-AL), junto com um plano para integração dos países da região na Cúpula Anual 2023 do Fórum Internacional de Transportes, que ocorre na Alemanha até sexta-feira (26).

O governo considera que 5 obras são fundamentais para o escoamento da produção agrícola mato-grossense:

Contorno Rodoviário de Cuiabá (Rodoanel), com intervenções em 52,7 quilômetros da BR-070/163/364/MT e investimento de R$ 281,4 milhões;
Contorno de Jaciara, com 60,1 quilômetros na BR-163 e orçamento de R$ 80 milhões;
Contorno Rodoviária de Barra dos Garças, com 9,9 quilômetros da BR-070/MT e recursos de R$ 30,4 milhões;
Construção da BR-242/MT, entre Sorriso e Ribeirão Cascalheira, com 179,9 quilômetros e valor estimado de R$ 941,6 milhões;
Construção dos lotes 1 e 2 da BR-158/MT, na divisão do estado com o Pará, com 179,9 quilômetros e investimento de R$ 941,6 milhões.

Também fazem parte dos planos empreendimentos como o Contorno Rodoviária de Barra dos Garças, com 9,9 quilômetros da BR-070/MT e recursos de R$ 30,4 milhões; a construção da BR-242/MT, entre Sorriso e Ribeirão Cascalheira, com 179,9 quilômetros e valor estimado de R$ 941,6 milhões; e a construção dos lotes 1 e 2 da BR-158/MT, na divisão do estado com o Pará, com 179,9 quilômetros e investimento de R$ 941,6 milhões.

“Vamos tratar do fortalecimento da logística, da melhoria da mobilidade urbana e de projetos com sustentabilidade ambiental e com segurança para o cidadão, além de mostrar nossos projetos para melhorar a integração do Mato Grosso e do Brasil com os outros países da América do Sul”, ressaltou o ministro Renan Filho.

Mais obras – O Governo Federal ainda planeja o início de pelo menos mais duas obras estruturantes para o Mato Grosso nos próximos anos. A primeira delas, prevista para 2024, é a implantação e pavimentação de 170 quilômetros da BR-080/MT. O projeto inicial apresenta valor estimado de R$ 1 bilhão. A segunda, com início previsto para 2025, se refere à implantação do Porto de Santo Antônio das Lendas, na BR-174/MT, divisa do estado com o Amazonas. A previsão de custos dessas obras é de R$ 355 milhões.

Atualmente composto por 64 países membros, o ITF é uma organização intergovernamental autônoma ligada administrativamente à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Trata-se de um órgão internacional que atua como um think tank para questões relacionadas à política de transportes de todos os modais e que realiza anualmente um encontro entre ministros de Transportes dos países membros, no qual são apresentadas as últimas novidades e políticas do setor.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado

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A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.

O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.

Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.

A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.

Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.

É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras

No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.

Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.

Fonte: Pensar Agro

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