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Litoral de SP volta a ser alvo de chuvas intensas nesta terça-feira

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São Sebastião declarou estado de calamidade pública após estragos gerados pelas fortes chuvas que atingem a região
Divulgação/Defesa Civil de São Sebastião

São Sebastião declarou estado de calamidade pública após estragos gerados pelas fortes chuvas que atingem a região

A Defesa Civil emitiu um alerta para novos temporais na região do litoral norte de São Paulo nesta terça-feira (21). As chuvas, segundo informações do governo estadual, já iniciaram no local.

Segundo socorristas que estão no local, há possibilidade de novos deslizamentos de terra e prejuízo nas buscas de vítimas das chuvas do fim de semana. Os bombeiros devem agilizar os trabalhos nas próximas horas para evitar um atraso no socorro aos atingidos.

Em nota, a Defesa Civil pediu para que moradores da região busquem lugares abrigados. Já o governador do estado, Tarcísio de Freitas, pediu para que turistas deixassem a região norte do estado nas próximas horas.

Até o momento, 47 pessoas morreram vítimas das chuvas no litoral norte paulista. Dessas, 43 foram registradas em São Sebastião e uma em Ubatuba.

Saída do litoral

A saída dos turistas do litoral norte de São Paulo está prejudicada pelas interdições nas principais rodovias que ligam as cidades litorâneas à capital paulista. A Tamoios é a principal rota escolhida pelos motoristas e apresenta maior fluxo de veículos neste momento.

Já a Rio-Santos teve uma parte da pista liberada, mas a região próxima a São Sebastião continua bloqueada. A Mogi-Bertioga também apresenta trechos com interdições totais.

Em áreas isoladas, como a Vila do Sahy e Juquehy, moradores e turistas buscam por helicópteros para conseguir deixar a região. Entretanto, as empresas estão cobrando até R$ 60 mil para um trecho de 10 minutos.

Outros moradores estão em busca de abrigo em ginásios e no Instituto Verdescola, em São Sebastião, que se tornou posto de informações de desaparecidos e atendimentos médicos mais simples.

Fonte: IG Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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