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BRASIL

São Paulo teve duas mortes pela passagem do ciclone extratropical

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Duas mortes foram registradas em São Paulo em decorrência dos fortes ventos que atingem o estado devido um ciclone extratropical que atua no litoral de Santa Catarina. Na quinta-feira (13) uma idosa morreu após ser atingida por um fio de alta tesão derrubado pelo vento. 

Outro registro é de uma jovem, de 24 anos, que ficou ferida após um acidente, ocorrido na manhã de quinta-feira (13), na Avenida Barão do Rio Branco, no bairro Jardim Esplanada, em São José dos Campos. O carro em que ela estava foi atingido por uma árvore derrubada pelos fortes ventos.

Os policiais militares verificaram que a vítima realizava aulas de direção, quando uma árvore caiu devido fortes ventos e atingiu o automóvel. O instrutor que estava com a mulher no veículo não se feriu.

Previsão

Segundo a Defesa Civil de São Paulo, esta sexta-feira (14) será marcada pelo tempo firme e seco em todo Estado. As temperaturas não devem subir ao longo do dia, garantindo a sensação amena e até de frio. Não há previsão de chuva para nenhuma das áreas monitoradas.

Na capital paulista, com o afastamento gradativo do ciclone extratropical que provocou chuvas fortes, ventania e destruição nos estados do Sul do Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, deve predominar nos próximos dias uma massa de ar frio de origem polar, ou seja, um sistema de alta pressão atmosférica, que deve derrubar as temperaturas. As informações são do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE).

A cidade amanheceu nesta sexta-feira (14), com poucas nuvens e termômetros em média na casa dos 10,1°C, registrado por volta das 8 horas da manhã. Nas regiões periféricas e mais próximas de serras, como Engenheiro Marsilac e Capela do Socorro/Parelheiros, os valores mínimos foram 4,3°C e 5,3°C, respectivamente. Mesmo com o predomínio de sol entre poucas nuvens a temperatura máxima não deve superar os 17°C, enquanto os menores percentuais de umidade do ar se mantêm na casa dos 32% e sem previsão de chuva no decorrer do dia.

A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC) mantém o estado de alerta para baixas temperaturas desde as 8h da quinta-feira (13) em toda a capital paulista.

Fonte: EBC GERAL

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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