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Centro de SP quebra recorde com um roubo a cada meia hora

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Vista aérea de São Paulo, cidade mais populosa do país.
Divulgação/Governo de São Paulo

Vista aérea de São Paulo, cidade mais populosa do país.

Centro de São Paulo quebra recorde com um roubo a cada meia hora nos primeiros sete meses do ano, de acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP). A análise considera a série histórica desde 2001. O 3º Distrito Policial – Campos Elíseos lidera em registros de assaltos.

A região central teve 13.480 ocorrências de roubo entre janeiro e julho de 2023, o maior número para esse período desde 2001. O cenário pode ser ainda pior, já que estima-se que apenas 40% a 50% dos roubo são notificados nas delegacias, alerta o Coronel José Vicente, conselheiro da Escola de Segurança Multidimensional da Universidade de São Paulo (USP).

Mais de 130 lojas foram roubadas na Cracolândia desde abril, intensificando a insegurança dos moradores e comerciantes. O aumento da criminalidade fez com que empresas, como a de Daniel Bernardini, encerrassem suas lojas físicas devido a invasões e roubos recorrentes. Bernardini agora opera virtualmente devido à insegurança generalizada na região.

As ações policiais que dispersam os usuários de drogas, acabaram se espalhando mais o problema da desigualdade social na região, aumentando a insegurança e violência que é percebida por moradores e comerciantes.

Isenção de IPTU

A prefeitura propôs um projeto à Câmara do Vereadores que isenta imóveis da região da cobrança do IPTU. O projeto já passou pela primeira votação com 40 votos favoráveis, 6 contrários e 5 abstenções. O texto passará por três audiências públicas antes de uma segunda votação, incluindo um texto substitutivo com possíveis alterações.

O vereador Fabio Riva (PSDB) afirmou que o aumento do número de imóveis isentos requer um estudo de impacto e responsabilidade fiscal. O PT votou contra, e a bancada do PSOL se absteve, levantando questões sobre a seleção de imóveis contemplados.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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