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CPI dos Atos Antidemocráticos ouve ex-número 2 do GSI nesta segunda

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General Carlos José Russo Assumpção Penteado deve ser ouvido pela CPI dos Atos Antidemocráticos nesta segunda-feira (4)
Câmara Municipal de Curitiba/Reprodução

General Carlos José Russo Assumpção Penteado deve ser ouvido pela CPI dos Atos Antidemocráticos nesta segunda-feira (4)

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) deve ouvir, nesta segunda-feira (4), o general Carlos José Assunção Penteado, ex-secretário executivo do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). A oitiva está marcada para começar às 10h.

Geralmente, as sessões da CPI ocorrem às quintas-feiras, mas, esta foi antecipada devido ao feriado do Dia da Independência, celebrado em 7 de setembro.

Acompanhe ao vivo:

O general ocupava o cargo no dia dos ataques aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, no 8 de janeiro, e estava no posto desde a gestão de Augusto Heleno no GSI, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ele era responsável pela segurança do local. Membros do GSI chegaram a dizer que receberam ordens de Penteado para que os invasores fossem retirados do Planalto, mas sem serem presos.

Ele foi exonerado em janeiro deste ano e substituído pelo também general Ricardo José Nigri.

Quando o ex-chefe do GSI Gonçalves Dias prestou depoimento à CPI dos Atos Antidemocráticos, ele mencionou Penteado, dizendo que o general sinalizou que tudo estava “normal” por volta das 14h daquele dia.

“Por volta das 14h, eu estava inquieto e preocupado, decidi ligar para o general Penteado”, disse Gonçalves Dias. “O general Penteado me disse que estava ‘tudo normal’, que estava ‘tudo tranquilo’, e que eu não precisava ir ao Palácio do Planalto. Porém, permaneci inquieto e decidi ir até o Palácio.”

Na última quinta-feira (31), a CPI divulgou o cronograma com as próximas oitivas. Confira:

  • 14 de setembro – Valter Delgatti Neto;
  • 21 de setembro – Coronel Paulo José Ferreira de Souza Bezerra;
  • 28 de setembro – Ana Priscila Azevedo;
  • 5 de outubro – Major Cláudio Mendes dos Santos;
  • 9 de outubro – Capitão José Eduardo Natale de Paula Pereira;
  • 19 de outubro – Saulo Moura da Cunha;
  • 26 de outubro – Coronel Reginaldo Leitão.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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