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MATO GROSSO

Expediente na Comarca de Alto Araguaia será realizado de forma remota nesta segunda-feira

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O juiz Adalto Quintino da Silva, diretor do Foro da Comarca de Alto Araguaia determinou regime de teletrabalho no âmbito da Comarca nesta segunda-feira (4 de setembro), a partir das 14h, em virtude de problemas na internet. Consequentemente, o atendimento presencial está suspenso nesta data, Conforme Portaria N. 75/2023-AAR.
 
Os procedimentos necessários junto à concessionária de internet já estão sendo realizados para a resolução da questão.
 
Os canais de acesso de todos os setores da Comarca, para contato podem ser conferidos no link abaixo:
 
 
Telefonista 66 3481 1244/ 1211 / 1334 / 1410
 
Juizado Especial – je.aaraguaia@tjmt.jus.br 65 9 9239 5896
 
1ª vara – aar.1vara@tjmt.jus.br
 
Gabinete – 1vara suelen.prina@tjmt.jus.br 65 9 9637 4465
 
2ª vara – aar.2vara@tjmt.jus.br
 
Gabinete – 2vara lucas.jorge@tjmt.jus.br 66 9 9682 7528
 
CAA – aar.caa@tjmt.jus.br
 
Cejusc – aar.cejusc@tjmt.jus.br 66 9 9695 4351
 
Central Mandados – aar.mandados@tjmt.jus.br 66 9 9941 2951
 
Diretoria – alto.araguaia@tjmt.jus.br 66 9 9619 9198
 
Central de Distribuição e Protocolo – aar.distribuidor@tjmt.jus.br 66 9 9662 1261
 
Plantão do Fórum – 66 9 9209 9029
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Inteligência artificial e fake news marcam debate sobre eleições

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O avanço da inteligência artificial e os riscos da desinformação no contexto do ano eleitoral foram o foco da entrevista promovida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) na sexta-feira (17), no Espaço MP Por Elas, no Pantanal Shopping. Parte projeto Diálogos com a Sociedade, a entrevista reuniu promotores e servidores para discutir como o uso dessas tecnologias pode impactar o processo democrático e quais medidas vêm sendo adotadas para prevenir abusos e práticas ilegais durante o período eleitoral.Participaram do debate o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano, o coordenador do Centro de Apoio Operacional Eleitoral (CAO), Mauro Poderoso de Souza, e o analista de inteligência cibernética do MPMT, Kembolle Amilkar de Oliveira.Durante a conversa, os convidados destacaram que a desinformação não se limita à mentira explícita, mas também inclui conteúdos verdadeiros divulgados fora de contexto, especialmente potencializados pelo uso indevido da inteligência artificial. “Fake news não é só a mentira descarada; é também a verdade fora de contexto. Nosso maior receio é não conseguirmos dar as respostas com a mesma velocidade que a mentira se espalha”, alertou o promotor de Justiça Mauro Poderoso.Do ponto de vista técnico, Kembolle Amilkar de Oliveira explicou como a tecnologia pode ser usada para manipular a percepção do eleitor e dificultar a identificação de conteúdos falsos. “Existe uma técnica chamada operação psicológica, que é uma manobra de persuasão em massa. Usando IA, é possível fazer manipulações em vídeos e áudios que influenciam a tomada de decisão do eleitor”, afirmou, ressaltando ainda a importância da educação digital da população para evitar a propagação de informações falsas.Ao tratar do papel institucional, o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano destacou que a inteligência artificial também pode ser uma aliada da democracia, desde que utilizada de forma responsável e transparente. “A IA trouxe facilidades e pode igualar oportunidades, desde que haja a obrigatoriedade de informar que o conteúdo foi feito com IA”, pontuou. O promotor de Justiça anunciou ainda que o MPMT trabalha no lançamento de um compilado de ferramentas, acessíveis por QR Code e links encurtados, para que os cidadãos possam verificar a autenticidade de fatos, imagens e vídeos. Segundo Daniel Carvalho Mariano, internamente, a tecnologia já auxilia na extração de informações processuais e na transcrição de áudios e vídeos, permitindo mais tempo de dedicação ao atendimento à sociedade.Os entrevistados também chamaram atenção para as consequências legais da desinformação no período eleitoral. “O descumprimento das regras é crime eleitoral. A consequência é a cassação e a inelegibilidade do candidato, além de multas”, explicou Mauro Poderoso. Para Daniel Carvalho Mariano, a melhor prevenção ainda é a cautela do cidadão. “Se o conteúdo é bombástico e pede para repassar sem pensar, a orientação é parar, respirar e não compartilhar. Na imensa maioria das vezes, é mentira”, concluiu.Assista à entrevista na íntegra aqui.  Diálogos com a Sociedade – A entrevista marcou o encerramento da primeira temporada de 2026 do projeto Diálogos com a Sociedade. Neste ano, o Espaço MP Por Elas integrou a programação da temporada 2026 do projeto, ampliando o diálogo do Ministério Público com a população em um ambiente acessível e de grande circulação. As entrevistas seguem disponíveis no canal do Youtube do Ministério Público do Mato Grosso (MPMT), fortalecendo o acesso à informação e reafirmando o compromisso institucional com a promoção da cidadania.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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