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Navios de guerra do Irã atracados no Rio incomodam os EUA

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Navio de guerra atracado no Rio
Reprodução: IRIN

Navio de guerra atracado no Rio

Os navios de guerra iranianos atracados no Rio de Janeiro desde o último domingo (26) vão permanecer na cidade até o próximo sábado (4). As embarcações são da Marinha da República Islâmica do Irã e estão carregadas de mísseis de cruzeiro antinavio, torpedos e canhões, segundo a agência de notícias Iran Press.

Os transatlânticos foram adquiridos no ano de 2021 pela razão de que a frota naval do Exército iniciou uma missão com o objetivo de dar a volta ao mundo.

A presença dos navios de guerra iranianos na costa brasileira incomoda os Estados Unidos , uma vez que a autorização do vice-almirante Carlos Eduardo Horta Arentz, vice-chefe do Estado-Maior da Armada foi contra o pedido dos EUA de não acatar a chegada das embarcações.

 A embaixadora dos EUA, Elizabeth Bagley, pediu ao Brasil, durante  uma coletiva de imprensa em 15 de fevereiro, que não permitisse que os navios atracassem.

“No passado, esses navios facilitaram o comércio ilegal e atividades terroristas, e também foram sancionados pelos EUA. O Brasil é uma nação soberana, mas acreditamos firmemente que esses navios não devem atracar em lugar nenhum”, disse a embaixadora.

Ainda, o senador Ted Cruz, do partido Republicano do Texas, criticou a permissão do Brasil e pediu que sejam aplicadas sanções.

“A administração Biden é obrigada a impor sanções relevantes, reavaliar a cooperação do Brasil com os esforços antiterroristas dos EUA e reexaminar se o Brasil está mantendo medidas antiterroristas eficazes em seus portos. Se o governo não o fizer, o Congresso deve forçá-los a fazê-lo”, afirmou Cruz em nota.

Os navios

Há dois navios no Rio, o Iris Dena e o Iris Makran. 

Iris Dena

94 metros de comprimento,11 metros de largura e pesa de 1.300 a 1.500 toneladas;

Carregado de mísseis de cruzeiro antinavio, torpedos e canhões navais;

O sistema de controle de tiro tem capacidade de interceptar 40 alvos;

Navega por um longo período de tempo;

Pesquisa, detecta, monita e destrói alvos aéreos, de superfície e subterrâneos.

Iris Makran

Considerada a maior embarcação iraniana, com 228 metros de altura, 42 metros de largura e pesa 121 mil toneladas;

Acomoda 80 mil toneladas de combustível e 20 mil toneladas de água, fazendo com o que o navio consiga dar a volta ao mundo em 93 dias;

sistemas de guerra eletrônica instalados;

Pode acomodar até cinco helicópteros em seu convés ao mesmo tempo e é considerado um navio logístico.

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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