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Suspeito de envolvimento na morte de meninos de Belford Roxo é preso

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Traficante suspeito de envolvimento na morte de meninos em Belford Roxo foi preso nessa terça (28)
Reprodução – 28.02.2023

Traficante suspeito de envolvimento na morte de meninos em Belford Roxo foi preso nessa terça (28)

Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Civil prenderam Maxwell Douglas Cordeiro Rodrigues, de 25 anos, conhecido como Rato do Castelar, nessa terça-feira (28). Ele tinha um mandado de prisão em aberto por agredir o pai de uma das crianças que foram sequestradas e mortas por traficantes em Belford Roxo, em dezembro de 2020 .

Maxwell é apontado pela polícia como homem de confiança de Edgar Alves de Andrade, o Docam, chefe do tráfico no Morro do Castelar, em Belford Roxo , na Baixada Fluminense. De acordo com a Polícia Civil, ele também é suspeito de participar do assassinato das três crianças.

Após ser detido, o traficante foi conduzido para a sede da DRE, na Cidade da Polícia, em Benfica, na Zona Norte do Rio de Janeiro . Ele foi encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

Lucas Matheus, de 9 anos, Alexandre da Silva, de 11, e Fernando Henrique, de 12, saíram de casa para brincar em um campo de futebol de Areia Branca, também em Belford Roxo, e nunca mais foram vistos. Segundo investigação da polícia, as crianças foram executadas por terem furtado uma gaiola de passarinho, que pertencia a um traficante da região .

Ainda conforme as investigações, as crianças foram submetidas a uma sessão de tortura .

Segundo relatório do caso feito pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), um dos meninos não resistiu e morreu durante a sessão de espancamento. Depois, os outros dois foram executados.

Os corpos das vítimas foram levados em um automóvel para um rio que corta o município .

A polícia informou que o gerente do tráfico da favela do Castelar, Willer Castro da Silva, conhecido como Estala, foi o responsável por pedir que os meninos fossem torturados como castigo — o passarinho furtado seria de um tio dele. O pedido foi autorizado por Edgard Alves de Andrade, chamado de Doca ou Urso, e José Carlos dos Prazeres Silva, o Piranha . Os dois são apontados como líderes da organização criminosa.

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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