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POLÍCIA

Polícia Civil prende mulheres que transportavam pasta base em táxi na MT-208

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Duas mulheres, que transportavam um tablete de pasta base de cocaína, avaliado em mais de R$ 30 mil, foram presas em flagrante, na sexta-feira (22.09), pelos policiais da equipe de Repressão a Entorpecentes da Delegacia de Alta Floresta, em colaboração com o Núcleo de Inteligência, em operação de combate ao tráfico de drogas na região.

As suspeitas que já possuíam passagens anteriores por tráfico de drogas foram novamente autuadas em flagrante pelo crime. A droga, que seria comercializada na cidade de Nova Bandeirantes, era transportada pelas duas mulheres em um táxi, na Rodovia MT-208, que conecta a cidade à Alta Floresta.

Após os policiais receberem informações sobre o transporte do entorpecente, foi realizada a abordagem do veículo, sendo o tablete de pasta base de cocaína foi descoberto no assoalho, próximo a uma mochila aberta que pertencia a uma das suspeitas.

As investigações revelaram que as duas suspeitas estavam viajando com a intenção de distribuir a droga na cidade de Nova Bandeirantes, sendo que as traficantes já haviam sido presas anteriormente por tráfico de drogas no município.

Diante desses fatos, as suspeitas foram conduzidas à Delegacia de Alta Floresta, onde após serem interrogadas, foi lavrado o flagrante. O delegado André Victor de Oliveira Leite, responsável pela operação, representou pela prisão preventiva, medida que foi deferida pelo juízo. As mulheres foram posteriormente encaminhadas à Cadeia Feminina.

O tablete, contendo aproximadamente 1 quilo de pasta base de cocaína, possui um prejuízo estimado de R$ 30 mil aos criminosos. A pasta base é frequentemente utilizada para o tráfico de drogas devido ao seu peso e volume reduzidos em comparação com a cocaína pura, o que a torna mais propícia para o transporte e ocultação.

As investigações estão em curso para determinar a origem da droga apreendida e identificar outros possíveis envolvidos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação com alvo em ex-gerente de casa de acolhimento envolvido em desvios de benefícios

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (22.4), a Operação Broquel para cumprir ordens judiciais contra um esquema de desvio de benefícios de internos da Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda, da Prefeitura de Várzea Grande.

São cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar e de afastamento de sigilo de dados de aparelhos eletrônicos, expedidos pela Segunda Vara Criminal de Várzea Grande. A operação tem como alvo principal o ex-gerente da unidade, que ocupou o cargo até 2024 e é investigado por crimes de peculato majorado praticados de forma continuada.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apontam que o suspeito, valendo-se de sua função pública, da sua posição hierárquica sobre os acolhidos e da relação de confiança com eles construída, apropriou-se indevidamente de documentos pessoais, cartões bancários e benefícios assistenciais dos internos.

Saques e empréstimos

De acordo com os relatos colhidos, o ex-gerente realizava saques integrais dos benefícios e contraía empréstimos bancários não autorizados em nome das vítimas, pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social e psicológica.

Algumas das vítimas, além de viverem ou terem vivido em situação de rua, são analfabetas, possuem dificuldade de comunicação, dependência química e alcoólica ou ainda enfermidades de natureza psiquiátrica, características que, em efeito sinérgico, potencializam a condição de vulnerabilidade.

Em um dos casos documentados, um empréstimo consignado de mais de R$ 16 mil foi formalizado em nome de um acolhido, com indícios de fraude na contratação.

Além dos desvios financeiros, há denúncias de que o investigado utilizava a mão de obra dos internos para trabalhos não remunerados em sua propriedade particular e utilizava métodos de intimidação e coação psicológica para manter o controle sobre os valores desviados.

Suspensão de função pública

Contra o principal investigado, também foi determinada a suspensão do exercício da função pública, sendo ele atualmente ocupante de outro cargo na Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, bem como o impedimento de nomeação ou contratação para outro cargo pelo Poder Público Municipal.

Foram determinadas outras medidas cautelares, como a proibição de o investigado manter contato com vítimas e testemunhas e a proibição de acesso a todos os prédios e às dependências da Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande.

Casa de Acolhimento

A Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda é um equipamento público de execução direta da Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande, destinado ao acolhimento de homens adultos em situação de rua.

O regimento interno da unidade proíbe a retenção de documentos ou valores como condição para permanência no local, prevendo que a guarda de pertences deve ser feita com segurança e devolvida integralmente aos assistidos.

As investigações prosseguem com a análise de materiais apreendidos e a identificação de possíveis novas vítimas do esquema.

Nome da operação

A Operação Broquel (termo que remete a um escudo de proteção) visa não apenas punir os desvios de recursos públicos e particulares, mas também interromper o ciclo de abusos contra cidadãos em estado de extrema hipossuficiência social e jurídica.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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queiroz

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