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STF condena mais três réus por ataques do 8 de janeiro em Brasília

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Réus invadiram a Praça dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Réus invadiram a Praça dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou mais três réus pelos ataques aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, no 8 de janeiro. A maioria do colegiado acompanhou o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, que determinou penas que variam de 12 a 17 anos de prisão.

O julgamento aconteceu em plenário virtual e terminou às 23h59 dessa segunda-feira (2).

Na ocasião, foram condenados: Davis Baek, a 12 anos de prisão; João Lucas Vale Giffoni, a 14 anos de prisão; e Moacir José dos Santos, a 17 anos de prisão. O regime de cumprimento das penas é inicialmente fechado.

Também foi fixado que os condenados paguem o valor de R$ 30 milhões por danos morais coletivos. A quantia será paga de forma solidária por todos os considerados culpados pelos atos de vandalismo em Brasília.

Os réus ainda podem recorrer no Supremo contra as ações, questionando as penas ou valores das indenizações, por exemplo.

Além de Moraes, votaram pela condenação os ministros Edson Fachin, Rosa Weber, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Luiz Fux. Cristiano Zanin, André Mendonça e Luís Roberto Barroso também votaram pelas condenações, mas fizeram ressalvas.

Zanin discordou do cálculo das penas e Barroso divergiu sobre o crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Mendonça discordou de Moraes em diversos pontos e sugeriu penas menores.

O ministro Nunes Marques votou pela absolvição de Davis Baek e pela condenação dos outros dois réus a dois anos e seis meses de prisão cada um.

Após pedido de destaque de André Mendonça, duas ações — que também tinham garantido maioria pela condenação — foram retiradas de julgamento ainda ontem. Os casos, desta forma, serão analisados em sessão presencial.

Nas duas ações (de Nilma Lacerda Alves e de Jupira Silvana da Cruz Rodrigues), a maioria votou pela condenação a 14 anos de prisão cada uma.

Nos despachos, Mendonça afirmou: “Peço vênia para destacar o julgamento desta ação penal específica. Entendo ser importante o exame do caso com maior detença, em plenário síncrono, em função das peculiaridades fáticas e das circunstâncias pessoais da acusada, a fim de, a meu ver, melhor prestigiar o princípio constitucional da individualização da conduta e da pena.”

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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