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PM é preso com mais de 100 kg de cocaína durante operação no Rio

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PM foi preso com mais de 100 quilos de cocaína no Rio de Janeiro
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PM foi preso com mais de 100 quilos de cocaína no Rio de Janeiro

Um policial militar de 36 anos foi preso com 151 quilos de cocaína em um caminhão na Avenida Brasil, na altura da Rodovia Washington Luiz, no Rio de Janeiro. O sargento Yuri Luiz Desiderati Ribeiro foi detido nessa segunda-feira (9) durante operação no Complexo da Maré e é apontado como o homem de confiança de Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha, um dos chefes do Comando Vermelho no Rio, e de William Souza Guedes, o Corolla, que controla o tráfico na Favela de Manguinhos.

O sargento é lotado no 21º BPM (São João de Meriti) e foi preso junto com um outro homem que dirigia o caminhão. Segundo a Polícia Civil, Ribeiro já vinha sendo monitorado.

Durante coletiva de imprensa, o secretário de Polícia Civil, José Renato Torres, disse que as drogas pertenciam ao bando de Abelha e foram apreendidas na manhã de ontem. Segundo a Polícia Militar, a Corregedoria Geral da Corporação acompanha o caso.

Na ocasião, foram apreendidos 139 tabletes de 1.090 g cada, o que totaliza pouco mais de 151 kg de cocaína. Conforme a polícia, a dupla não resistiu à prisão e se manteve em silêncio. Eles foram encaminhados à Cidade da Polícia, onde o material foi periciado e constatado que se tratava mesmo da droga.

Com as investigações, a polícia acredita que a droga estava sendo levada para a Rocinha, que é outro reduto do Comando Vermelho.

A operação

Nessa segunda, forças de segurança do Rio de Janeiro realizaram uma operação no Complexo da Maré, na Penha e na Cidade de Deus. O objetivo era cumprir mandados de prisão e identificar lideranças do tráfico envolvidas na execução dos três médicos que estavam em um quiosque na Barra da Tijuca, na última semana.

Além das drogas, os policiais civis encontraram um fuzil e carregadores ao lado de uma escola municipal. Ainda na Maré, em Nova Holanda, também houve apreensão de munição e drogas.

Os agentes cumpriram ao menos 60 mandados de prisão, nove pessoas já foram detidas.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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