A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Porto Alegre do Norte (1.125 km a nordeste de Cuiabá) e em parceria com Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), deflagrou no domingo (15.10), a Operação Cota Zero com foco na fiscalização e combate a crimes contro o meio ambiente.
Os trabalhos resultaram na prisão em flagrante de três pessoas, sendo duas delas por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e uma por pesca ilegal, além da apreensão de aproximadamente 11 quilos de pescado fora da medida.
Durante os trabalhos, os policiais prenderam em flagrante um homem que estava vindo de um rancho no Rio Tapiraré, carregando uma arma carabina calibre 22. Um segundo preso também estava vindo de um rancho no Rio Xavantina quando foi flagrado carregando uma arma carabina calibre 22, além de 76 munições do mesmo calibre, óculos de proteção e um abafador de ouvido.
Segundo o delegado responsável pelo flagrante, Diogo Jobane, os dois suspeitos flagrados em posse das armas são CACs e no momento da abordagem apresentaram o certificado de registro do Exército Brasileiro e o Certificado de Registro de Arma de Fogo.
“No entanto, eles estavam fora da rota de treinamento e também com munições acompanhadas da arma, que é contrário ao novo decreto, sendo realizada a prisão em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido”, explicou o delegado.
Em outra fiscalização, as equipes abordaram um veículo onde dentro do porta-malas foi encontrada uma caixa de isopor com aproximadamente 11 quilos de pescado, entre piranhas e piáus, todos fora da medida. Diante do período da proibição de pesca, o suspeito foi encaminhado à delegacia, onde após ser interrogado foi autuado em flagrante pelo crime de pesca ilegal.
A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (22.4), em Pedra Preta, um mandado de prisão em desfavor de um homem, de 26 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A ação integra a Operação Regional Rondonópolis Segura, voltada ao cumprimento de ordens judiciais e intensificação do combate à criminalidade na região.
A ordem judicial, cumprida pela Delegacia de Pedra Preta, refere-se à regressão de regime, com pena remanescente de sete anos a ser cumprida inicialmente em regime fechado, expedida pela Vara Única da Comarca de Pedra Preta.
O caso ocorreu em 2017, quando a mãe da vítima procurou a Polícia Civil para relatar abusos praticados contra sua filha, que à época tinha 12 anos, enquanto o autor tinha 18 anos.
De posse do mandado judicial, a equipe policial deu início a diligências investigativas com o objetivo de localizar e prender o condenado, que se encontrava foragido. Após levantamento de informações, ele foi localizado na região da Vila Garça Branca, distrito de Pedra Preta.
Ele foi preso e não ofereceu resistência. Em seguida, foi conduzido à sede da Delegacia de Pedra Preta, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências legais cabíveis.
“A ação evidencia o empenho investigativo da Polícia Civil no cumprimento de ordens judiciais e na responsabilização de autores de crimes graves, reforçando o compromisso institucional com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade e a garantia da justiça”, destacou o delegado Fabricio Garcia Henriques.