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Homem ataca cães da irmã do ministro Cristiano Zanin, do STF

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Homem ataca cães da irmã do ministro Cristiano Zanin, do STF
Reprodução / redes sociais – 16.10.2023

Homem ataca cães da irmã do ministro Cristiano Zanin, do STF

Por volta das 17h30 de segunda-feira (16), a advogada Carolina Zanin, de 42 anos, estava passeando com seus dois cães quando os animais foram agredidos por um homem que passava na rua. O agressor desferiu chutes contra os dois pets simplesmente por eles terem latido.

Irmã do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), Carolina estava na entrada do edifício onde mora em Perdizes, zona oeste de São Paulo, quando houve a agressão.

A agressão aos dois cães da raça corgi – que são de pequeno porte – foi flagrada pela câmera de segurança que filma a área externa do prédio. Ela também foi atingida pelos chutes.

“Eu nunca vi esse cara. Ele olhou para mim e disse: ‘Vou dar um chute em você, vou dar um chute nos seus cachorros’. Eu ainda falei ‘não, imagina’ e fui entrando no meu prédio. Mas aí ele foi chutando”, contou a advogada ao portal Metrópoles.

A ocorrência foi registrada na delegacia do bairro como agressão, que descreve a conduta criminosa como ofensa à saúde ou lesão ao corpo de alguém. A pena é de três meses a um ano de detenção.

Já a agressão a animais de estimação – que é o caso de cães – é considerada crime previsto pelo 32 da lei nº 9.605, com alteração da lei nº 14.064/2020, prevendo pena de reclusão de 2 a 5 anos, multa de um a quatro salários mínimos e proibição da guarda, caso o agressor seja tutor do animal.

Uma pesquisa do Instituto Pet Brasil (IPB) divulgada em julho de 2022 constatou um aumento no número de Animais em Condição de Vulnerabilidade (ACVs), que foi de 3,9 milhões em 2018 para 8,8 milhões em 2020.

Há, ainda, cerca de 184.960 animais abandonados ou resgatados por maus-tratos sob a tutela de aproximadamente 400 Organizações Não Governamentais (ONGs) e grupos de proteção animal. Os números, contudo, estão muito abaixo da realidade, devido à subnotificação.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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