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BRASIL

Brasil deixa a presidência do Conselho de Segurança da ONU nesta terça

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva na ONU
Reprodução: Ricardo Stuckert

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva na ONU

O mandato do Brasil na presidência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) termina nesta terça-feira (31). O país comandou o órgão por um mês, com a liderança do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira . Por conta da rotatividade, a China assume o grupo agora em novembro e o Equador em dezembro.

O Conselho é responsável por monitorar a segurança internacional. Quinze países fazem parte deste grupo e todos têm direito a voto. Cinco deles são integrantes permanentes: Estados Unidos, Rússia, França, Reino Unido e China. Eles têm direito ao veto, ou seja, se um deles se posicionar contra uma resolução, ela não entra em vigor.

Os outros dez países que ocupam as vagas rotativas são: Brasil, Albânia, Equador, Emirados Árabes, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique e Suíça.

Neste mês, o conflito entre Israel e Hamas, iniciado em 7 de outubro , foi protagonista no Conselho da ONU. Após a instalação da guerra, no dia 18 de outubro, o Brasil ainda apresentou uma resolução pedindo um cessar-fogo na região, a abertura de corredores humanitários e a possibilidade de ampliação da ajuda humanitária no território palestino.

O texto teve ampla aprovação, com 12 votos favoráveis. No entanto, os Estados Unidos vetaram o documento , alegando que a resolução não citava o direito da autodefesa dos israelenses.

Na segunda-feira (30), Mauro Vieira presiu a última sessão de emergência do mês e afirmou que o órgão “falha miseravelmente” ao não colocar um fim no conflito entre Israel e Hamas.

Para o ministro, o Conselho faz reuniões e ouve discursos “sem ser capaz” de tomar a decisão de “pôr fim ao sofrimento humano no território” da Faixa de Gaza. Ele afirmou ainda que o órgão “tem os meios para fazer algo”, mas “repetida e vergonhosamente” falha.

Além da resolução brasileira, o Conselho da ONU já rejeitou duas propostas da Rússia e uma dos Estados Unidos .

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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