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MATO GROSSO

Últimos dias para participar da consulta pública sobre as Metas Nacionais do Poder Judiciário

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Encerra na próxima semana o prazo para que magistrados, servidores, advogados e demais cidadãos opinem sobre as Metas Nacionais do Poder Judiciário para o ano de 2024. A consulta pública foi aberta pelo Conselho Nacional de Justiça – CNJ, visando democratizar a participação sobre as propostas analisadas e consolidadas por processos de discussões realizados em todos os segmentos da Justiça brasileira.
 
As metas do Poder Judiciário são um compromisso firmado anualmente pelos presidentes dos tribunais, em prol da melhoria da prestação jurisdicional.
 
Das 11 metas, 10 estão abertas para avaliação, sendo que a “Meta 1 – Julgar mais processos que os distribuídos” não aparece na relação por tratar de monitoramento contínuo da Estratégia Nacional 2021-2026, conforme Resolução CNJ n. 325 de 2020.
 
Na relação estão: Julgar processos antigos, que tem como objetivo diminuir os processos antigos que se encontram sem julgamento na Justiça; Estimular a conciliação, que busca a promoção da resolução de conflitos por meio de acordos, reduzindo o número de processos; Priorizar o julgamento dos processos relativos aos crimes contra a Administração Pública, à improbidade administrativa e aos ilícitos eleitorais; Reduzir a taxa de congestionamento, dando vazão aos processos, buscando também garantir o prosseguimento dos processos em tramitação; Priorizar o julgamento das ações coletivas; Priorizar o julgamento dos recursos repetitivos para acelerar o andamento e a inclusão para julgamento de tema recorrente em recursos ao STJ permitindo que, após decididos, outros casos similares sejam resolvidos mais rapidamente nos demais tribunais; Priorizar o julgamento dos processos relacionados ao feminicídio e à violência doméstica e familiar contra as mulheres; Estimular a inovação no Poder Judiciário, que destina-se ao aprimoramento das atividades dos órgãos judiciários, por meio da difusão da cultura da inovação; Impulsionar os processos de ações ambientais e os processos relacionados aos direitos das comunidades indígenas e quilombolas; e Promover os Direitos da Criança e do Adolescente, acelerando o andamento do julgamento dos processos de crianças e adolescentes, inclusive em fase de conhecimento nas competências da infância e juventude cível e de apuração de ato infracional.
 
Os resultados da consulta serão analisados pelo CNJ e votados no 17º Encontro Nacional do Poder Judiciário, que será realizado nos dias 04 e 05 de dezembro, em Salvador – BA.
 
O formulário estará disponível até o dia 09 de novembro, pelo link: https://formularios.cnj.jus.br/metas-nacionais-2024/
 
Adellisses Magalhães
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil localiza e prende condenado por estupro de vulnerável em Pedra Preta

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A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (22.4), em Pedra Preta, um mandado de prisão em desfavor de um homem, de 26 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A ação integra a Operação Regional Rondonópolis Segura, voltada ao cumprimento de ordens judiciais e intensificação do combate à criminalidade na região.

A ordem judicial, cumprida pela Delegacia de Pedra Preta, refere-se à regressão de regime, com pena remanescente de sete anos a ser cumprida inicialmente em regime fechado, expedida pela Vara Única da Comarca de Pedra Preta.

O caso ocorreu em 2017, quando a mãe da vítima procurou a Polícia Civil para relatar abusos praticados contra sua filha, que à época tinha 12 anos, enquanto o autor tinha 18 anos.

De posse do mandado judicial, a equipe policial deu início a diligências investigativas com o objetivo de localizar e prender o condenado, que se encontrava foragido. Após levantamento de informações, ele foi localizado na região da Vila Garça Branca, distrito de Pedra Preta.

Ele foi preso e não ofereceu resistência. Em seguida, foi conduzido à sede da Delegacia de Pedra Preta, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências legais cabíveis.

“A ação evidencia o empenho investigativo da Polícia Civil no cumprimento de ordens judiciais e na responsabilização de autores de crimes graves, reforçando o compromisso institucional com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade e a garantia da justiça”, destacou o delegado Fabricio Garcia Henriques.

Fonte: Governo MT – MT

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queiroz

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