Nesta terça-feira (14), famílias de israelenses mantidos reféns pelo Hamas na Faixa de Gaza iniciam uma marcha em protesto contra o governo de Israel, pedindo que trabalhem para garantir a libertação dos seus entes. A marcha vai durar cinco dias, e traçará o percurso entre Tel Aviv e Jerusalém.
O Hamas fez um pronunciamento na última segunda-feira (13), onde disseram que estavam prontos para libertar até 70 mulheres e crianças reféns. Entretanto, seria necessária uma trégua de cinco dias e a libertação de 275 mulheres e crianças palestinas, que estariam detidas em prisões em Israel.
Segundo o primeiro-ministro, essa é a melhor forma de garantir um acordo. “Essa é a única coisa que pode criar um acordo e se um acordo estiver disponível, bem, falaremos sobre isso quando estiver lá”.
Israel afirmou que o Hamas perdeu o controle que tinha sobre o enclave costeiro. Estima-se que mais de 11 mil de palestinos, sendo 40% crianças, já morreram com as investidas israelenses na região de Gaza.
O protesto que começa hoje em Tel Aviv deverá finaliza no próximo sábado (18), em frente a residência de Netanyahu, em Jerusalém. Serão percorridos 65 km.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.