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Atos golpistas: Cinco réus são condenados após STF formar maioria

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STF condenou dezenas de pessoas por tentativa de golpe
Reprodução: Flipar

STF condenou dezenas de pessoas por tentativa de golpe


Cinco réus acusados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de participarem de atos golpistas no dia 8 de janeiro foram condenados após o Supremo Tribunal Federal formar maioria nesta sexta-feira (24).

O julgamento ocorre no plenário virtual, com votos dos ministros inseridos no sistema eletrônico, sem debates. O término da votação acontecerá na noite de hoje.

Os magistrados que votaram pela condenação foram Alexandre de Moraes (relator), Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Luiz Edson Fachin e Luiz Fux.

O relator propôs penas de 17 anos de prisão, em regime inicial fechado. Fachin e Zanin divergiram, defendendo penas de 15 anos. O ministro André Mendonça votou para absolver dois réus e condenar três a 4 anos e 2 meses de prisão.

Os réus foram denunciados pelos crimes de abolição do Estado Democrático de Direito, dano qualificado, golpe de Estado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa.

A maioria dos ministros entendeu que houve clara intenção por parte da multidão de tomar ilicitamente o poder, utilizando meios violentos para derrubar um governo democraticamente eleito.

A maioria da Corte considerou os ataques como o chamado “crime de multidão”, no qual um grupo comete uma série de crimes, influenciando a conduta uns dos outros, sendo responsáveis pelo resultado dos crimes.


Os réus condenados são Alethea Verusca Soares, Ana Paula Neubaner Rodrigues, Angelo Sotero de Lima, Eduardo Zeferino Englert e Rosely Oereira Monteiro.

Os réus foram identificados por postagens nas redes sociais, participação em acampamentos bolsonaristas, incitação à cassação de ministros do STF e pedidos de intervenção militar.

As defesas negam a participação dos acusados nos atos golpistas e buscam o arquivamento das ações.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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