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Brasil e Alemanha firmam acordo de cooperação ecológica

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Presidente Lula recebe o chanceler alemão Olaf Scholz
Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula recebe o chanceler alemão Olaf Scholz

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), assinou um acordo de cooperação para transformação ecológica nesta segunda-feira (4), junto ao ministro da Economia e Ação Climática da Alemanha, Robert Habeck, em Berlim.

A Declaração Conjunta de Intenção de Cooperação sinaliza para um compromisso conjunto dos países com as metas do Acordo de Paris e da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), e terá uma duração inicial de três anos, com possibilidade de prorrogação, e não implica obrigações financeiras diretas.

Segundo o Ministério da Fazenda, o documento reitera o comprometimento bilateral com o desenvolvimento sustentável e equitativo. Nos termos do acordo, tanto Brasil quanto Alemanha se comprometem a concentrar esforços na obtenção de uma transformação ecológica eficaz, que abranja mudanças econômicas e de fontes de energia, mas também enfrente a pobreza e a desigualdade.

Os objetivos primordiais delineados na declaração incluem o aprofundamento da colaboração entre os países sul-americano e europeu na mudança ecológica – em prol de uma “economia verde” – nas respectivas sociedades e economias. Isso deve ser alcançado por meio da troca de experiências e informações acerca dos planos de transformação ecológica de ambos os países, bem como pela discussão aprimorada desses conceitos em âmbito internacional.

O termo ainda prevê que Brasil e Alemanha prestem apoio a outros países no desenvolvimento de seus próprios planos de transformação ecológica. Entre os mecanismos práticos de cooperação delineados na declaração, há a criação do Comitê Conjunto Brasil-Alemanha para Transformação Ecológica (JCBGET).

Esse comitê, considerado um elemento central desta parceria, será copresidido por autoridades de alto escalão de ambos os países, juntamente com membros adicionais nomeados pelas partes, com previsão de reuniões anuais nas quais essa troca de informações deve ocorrer.

A declaração ainda prevê o comprometimento em realizar encontros de especialistas técnicos e estabelecer parcerias com centros de pesquisa. Todas as decisões no âmbito do comitê serão tomadas por consenso.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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