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BRASIL

Um a cada 5 alunos estuda em escolas com falta de professores

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Dados são do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2022
Rovena Rosa/Agência Brasil – 14/09/2021

Dados são do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2022

Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2022 mostram que um em cada cinco alunos brasileiros estuda em escolas que enfrentam falta de professores. De acordo com a pesquisa, de forma global, as instituições que registraram déficit de docentes tiveram desempenho menor em matemática.

Conforme os dados obtidos a partir de questionários aplicados aos diretores das escolas que fizeram a prova do Pisa, 22,3% dos alunos brasileiros estudam em unidades em que a falta de professores prejudicou as atividades acadêmicas de alguma forma.

A pesquisa ainda aponta que 11,7% dos alunos foram prejudicados por ter aulas com professores sem formação nas aulas que lecionam. Em 2018, essas situações afetavam 17,6% e 11,3% dos estudantes brasileiros, respectivamente.

Para realizar o levantamento, o Pisa 2022 avaliou 690 mil estudantes de 15 anos, em 81 países e regiões do mundo. No Brasil, 10.798 alunos de 599 escolas realizaram a prova.

O relatório também alertou para o aumento do déficit de professores em todo o mundo.

O documento afirma que os resultados do programa mostram que, entre 2018 e 2022, “mais da metade dos sistemas educacionais tiveram aumento de alunos prejudicados por falta de professores ou por terem tido aula com docentes sem formação adequada”.

“Os dados mostram que a maioria dos sistemas foram mais afetados com a falta de profissionais do que com escassez de materiais”, afirma o programa.

Menores resultados em matemática

As escolas que tiveram falta de professores também apresentaram resultados menores em matemática. O desempenho dos alunos na matéria foi o que teve a maior queda entre 2018 e 2022, de forma global.

Historicamente, a maior dificuldade do Brasil entre as áreas de conhecimento é a matemática. As notas mais baixas do país nas últimas duas décadas foram na matéria.

Neste último Pisa, a média brasileira em matemática foi de 379 pontos, em comparação com 384 no de 2018.

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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