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POLÍTICA

Personalidades que contribuíram para o estado foram homenageadas em sessão especial na segunda (11)

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Pessoas de diferentes segmentos foram homenageadas em sessão especial realizada na noite de segunda-feira (11). Na cerimônia, requerida pelo presidente da Assembleia, deputado Eduardo Botelho (União), foram entregues moções de aplausos e títulos de cidadão mato-grossense, além de comendas. 

O 2º Sargento da Polícia Militar, André Luiz dos Santos Souza foi o único agraciado da noite com a Comenda Senador Filinto Müller, insígnia da ordem do mérito legislativo para homenagear civis e militares por méritos pessoais ou relevantes serviços prestados ao estado. Há 23 anos na corporação, o militar atuou em ação no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). “Houve a intervenção e, graças a Deus, conseguimos, naquele ato, salvar crianças, adolescentes, alunos que se encontravam sobre a ameaça de um outro aluno com faca. Até o professor mesmo se encontrava nessa situação. Conseguimos agir e conter o aluno que estava com a faca e todos foram salvos”, lembrou.

Dez dos homenageados receberam a Comenda Marechal Cândido Rondon, como o procurador e Corregedor-Geral da ALMT, Carlos Dornellas Filho. “Eu costumo dizer que a Assembleia sempre me surpreende. Eu considero essa comenda como um divisor de águas da minha vida, tal qual foi o meu casamento, o nascimento dos filhos. É uma importância que isso despertou na minha trajetória profissional e irradia na minha trajetória pessoal. Estou muito feliz com essa lembrança e sensação de dever cumprido. Não posso me acomodar, mas eu vou utilizar essa comenda como mais um reforço para minha dedicação aqui dentro da Assembleia Legislativa”, afirmou Dornellas, que atua há nove anos na Casa de Leis.

Na sessão, foi destacada ainda a trajetória do paulista Jorge “Jogi” Oshiai, agraciado com título de cidadão mato-grossense. Responsável por representá-lo na cerimônia, Antônio Carlos Carvalho de Sousa destacou a importância do trabalho de Oshiai para liberar a exportação de carne bovina produzida em Mato Grosso. “O doutor Jorge Humberto Oshiai fez um trabalho ímpar para o estado. Ele nos orientou sobre como fazer todo o processo de habilitação para que o Mato Grosso pudesse vender carne para a Europa. Nós tínhamos aqui uma grande produção, só que nós tínhamos o problema da febre aftosa e muitas restrições sanitárias. Ele foi muito importante pelos conhecimentos que tinha como ex-servidor da Embaixada Brasileira em Bruxelas”, ressaltou. 

“Nossos homenageados, no seu labor diário, junto às suas respectivas comunidades, sempre com seus espíritos impregnados por grandes ideais não se limitaram ao mero cumprimento de seus deveres. Eles fizeram e fazem muito mais do que isso, cumprem suas obrigações com eficiência, zelo, coragem, e acima de tudo com muito amor e dedicação, contribuindo, incansavelmente, para o desenvolvimento político, social e material das pessoas”, sustentou o deputado Eduardo Botelho na ocasião.

Entre os agraciados também estão membros do Judiciário, Polícia Judiciária Civil e poderes Executivo e Legislativo, que compuseram a mesa de honra ao lado do presidente da Assembleia. Entre eles os juízes Jamilson Haddad Campos (Comenda Cândido Rondon), Juliano Pedro Girardello (título de cidadão mato-grossense), delegado Jefferson Dias Chaves (Comenda Cândido Rondon), vereador de Várzea Grande Carlos Martins de Figueiredo (Comenda Cândido Rondon) e a Secretária de Assistência Social de Várzea Grande, Ana Cristina Vieira (moção de aplausos).


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: imprensa1al@gmail.com


Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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