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Agronegócio

Empório Epamig funciona até sexta-feira em Belo Horizonte

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O Empório Epamig – Vitrine de Tecnologias –  que funciona na sede da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, em Belo Horizonte, terá funcionamento especial nos dias 14 e 15/12 para atender aos interessados em adquirir produtos como vinhos e cafés neste fim de ano.

O Empório da Epamig comercializa produtos gourmet resultantes de tecnologias desenvolvidas pela empresa. Desde o mês de outubro, a unidade de Belo Horizonte está fechada em função de obras que vêm sendo realizadas no prédio Sede. Nesta oportunidade especial, serão ofertados cafés Ouro e Bronze, vinhos Syrah, Bordô e espumante.

Opções para presentes – A proximidade das festas de fim de ano faz crescer a procura por vinhos e espumantes para a harmonização na ceia e também como opção para presentes. No Empório Epamig, três opções serão oferecidas, a seguir listamos as principais características do vinhos Syrah e Bordô e do Espumante Nature e algumas possibilidades de combinação com alimentos, sugeridas pelo enólogo da Epamig, Lucas Amaral.

O vinho Syrah Epamig possui cor rubi bastante intensa e aromas finos e complexos, como frutas negras e vermelhas, notas de couro e tabaco. Em boca, apresenta taninos redondos, acidez marcante e boa estrutura. É um vinho com potencial de envelhecimento em garrafa. Harmoniza bem com carnes vermelhas, carnes de caça e massas com molhos bolonhesa. É indicado para acompanhar o prato principal do dia.

O vinho Bordô Epamig apresenta aroma característico de uva ou aframboesado e na boca apresenta boa acidez e corpo equilibrado. Possui cor rubi, com tons de violáceo. Pode ser apreciado sozinho ou acompanhado de algum aperitivo, como queijos artesanais.

O espumante é um verdadeiro coringa e pode ser harmonizado com queijos variados, entradas geladas ou quentes, massas, carnes gordurosas e carnes brancas. O produzido pela Epamig é um Blanc de Blanc, classificação dada aos vinhos feitos exclusivamente de uvas Chardonnay. A bebida se destaca pela maior cremosidade, perlage (bolhas) delicado e aromas de brioche e amanteigado.

O Empório Epamig funcionará de 9h às 15h, na Avenida José Cândido da Silveira, 1647, Bairro União. Dúvidas e informações adicionais podem ser solicitadas pelo telefone (31) 3242-9722 (atende por WhatsApp).

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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