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Agronegócio

Lançamento da revista Pensar Agro – Do campo à cidade

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Na última terça-feira (12.12), o lançamento da revista digital “Pensar Agro – Do campo à cidade” foi um sucesso. A solenidade de lançamento, na sede do Crea, em Cuiabá, reuniu amigos, familiares, produtores rurais e autoridades do setor do agronegócio.

Publicada com apoio do Instituto Mato-grossense das Entidades de Agronomia, Geologia e Engenharia (Imeage), juntamente com o sistema Confea/Crea-MT/Mutua-MT, a revista pretende ser uma fonte fundamental de informações para o setor agropecuário, abordando tópicos contemporâneos e impactantes.

Segundo Isan Oliveira de Rezende, presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT) quanto do Instituto do Agronegócio (IA), a revista “Pensar Agro” pretende ser uma fonte de informações imprescindíveis para o setor agropecuário.

“Esta revista já é um canal direto de informação, trazendo matérias que refletem os debates que já promovemos em diferentes plataformas, como nosso portal, podcast e programas de televisão”, afirma Isan.

Isan Rezende ladeado pelo Presidente da Aprosoja MT, Fernando Cadore, e pelo Presidente do CREAMT, Juares Samaniego

Isan Rezende com o pai, Isaias Borges de Rezende, a esposa, Denise Rezende, e a mãe, Jandira Oliveira de Rezende

“Juntamente com o portal Pensar Agro, que traz notícias do setor, atualizadas diariamente, a revista vem completar o leque de opções para se informar o produtor rural sobre tudo o que está acontecendo no mundo e seja de seu particular interesse”, explica Rezende.

A publicação já está disponível gratuitamente na versão on line basta clicar aqui.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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