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BRASIL

Quanto Dilma Rousseff ganha como presidente do do Banco dos Brics

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Ex-presidente Dilma Rousseff, atual chefe do Banco dos Brics
Ricardo Stuckert/PR – 13.04.2023

Ex-presidente Dilma Rousseff, atual chefe do Banco dos Brics


Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil e atual presidente do NBD (Novo Banco do Desenvolvimento), popularmente conhecido como Banco dos Brics, respondeu a críticas de uma influenciadora de direita sobre sua escolha de viajar em assentos de primeira classe.

A ex-presidente argumentou ser a líder de um banco e questionou se presidentes de banco viajam de outra maneira. “Eu sou presidente de banco, querida. Acha que presidente de banco viaja como?”, ironizou.

No cargo de presidente do NBD, Dilma recebe um salário mensal de aproximadamente R$ 290 mil, considerando salários e benefícios.

O banco divulgou um gasto anual de US$4 milhões em salários e benefícios para os seis postos de chefia, sem especificar os valores individuais.

Em uma divisão hipotética igualitária, cada um dos seis cargos receberia aproximadamente US$ 55,5 mil por mês, equivalente a R$ 290 mil.

Além do salário, o NBD oferece benefícios como assistência médica, auxílio educacional para filhos, auxílio viagem, subsídios para mudança e transporte aéreo.

Em comparação, durante seu mandato como presidente da República, Dilma ganhava perto de R$ 30,9 mil mensais, com benefícios adicionais como cartões corporativos e uso de aviões oficiais.

Como ex-presidente, Dilma continua desfrutando de privilégios, incluindo o direito a oito servidores, sendo seis de apoio pessoal, dois motoristas e veículos oficiais da União, cujas despesas são custeadas pela Presidência da República.

Em setembro de 2022, os gastos com a ex-presidente ultrapassaram R$ 89 mil, contribuindo para os gastos totais com ex-chefes do Executivo que chegam a quase meio milhão por mês.


O Banco dos Brics, composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, representa um importante instrumento de promoção de investimentos em infraestrutura e desenvolvimento sustentável.

Até o final de 2021, foram aprovados cerca de U$ 32,8 bilhões para 96 projetos.

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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