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Agronegócio

Piauí investiu cerca de R$ 220 milhões em melhorias nas estradas

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A empresa CS Grãos do Piauí investiu cerca de R$ 220 milhões em melhorias nas estradas Transcerrados (PI-397) e Palestina (PI-262) para facilitar o transporte da produção agrícola na região sul do estado.

A empresa está planejando um investimento total de aproximadamente R$ 800 milhões ao longo de 30 anos para melhorar as condições das rodovias. Estas estradas abrangem 25 municípios, representando 25% da área do estado do Piauí e atendendo uma população de quase 200 mil habitantes.

Dentro do escopo da Parceria Público Privada (PPP), foram 144 KM de pavimentação contemplados. Além disso, por meio do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), foram realizados 4 mil atendimentos ao público que utilizou as rodovias.

A empresa também promoveu capacitações com foco em segurança do trabalho, totalizando 171 horas de cursos na CS Grãos e empresas parceiras, além de mais de 280 horas de treinamento pela Comunidade SIMPAR. Como resultado, alcançaram 1 milhão de horas de trabalho sem acidentes com afastamentos.

Sobre a CS Infra – A CS Infra é uma plataforma responsável pela gestão de concessões de longo prazo, incluindo diversas empresas, como a Ciclus Ambiental, concessionárias de infraestrutura como a CS Grãos do Piauí, CS Aratu 12 e CS Aratu 18, além de concessões em transporte público e espaços urbanos, como o BRT em Sorocaba (SP) e o Mercado Municipal Miguel Sutil e Centro Histórico de Cuiabá (MT).

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado

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A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.

O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.

Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.

A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.

Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.

É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras

No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.

Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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