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Agronegócio

Londrina, no Paraná, sedia o SuperAgro

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O Centro Tecnológico do AgroGalaxy (CTA) sediará, de 16 a 19 desse mês, em Londrina, no Paraná, a 9ª edição do SuperAgro, evento voltado para o agronegócio. O evento tem como foco principal fornecer soluções inovadoras e estratégias para agricultores da região do Paraná e sul do estado de São Paulo.

Considerado um encontro de referência técnica e comercial no calendário do agronegócio nacional, o SuperAgro visa enfrentar os desafios naturais enfrentados na agricultura, desde condições climáticas adversas até a degradação do solo. A iniciativa reúne empresas expoentes do setor, oferecendo um espaço para exposição de novas tecnologias, técnicas e produtos para o campo.

Entre as atividades programadas para os quatro dias de evento, estão circuitos técnicos iniciando às 8h, palestras nos Campos Demonstrativos, premiações às 16h30min, atividades especiais no Espaço “Elas em Campo” das 8h às 12h, e diversas ações para networking e negócios, incluindo a abertura da praça de alimentação e balcão de negócios diariamente às 11h.

O SuperAgro representa uma oportunidade para os agricultores se atualizarem sobre inovações e estratégias para enfrentar desafios específicos da atividade agropecuária, ao mesmo tempo em que oferece um ambiente propício para interações comerciais e aprendizado técnico.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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