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Agronegócio

Ministério oferece cursos para inovação e desenvolvimento agropecuários

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está com inscrições abertas para cursos que visam impulsionar a inovação e desenvolver os conhecimentos agropecuários. Os cursos têm certificação e estão abertos tanto para servidores do Ministério, quanto para a população.

Entre as oportunidades disponibilizadas, estão os cursos da Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro), que desempenha papel importante no incentivo de políticas educacionais voltadas para o setor agrícola e é responsável por capacitar, desenvolver e proporcionar aprendizado no setor com competência e ética.

Os interessados podem se capacitar em áreas como defesa agropecuária, ferramentas de gestão e competências emocionais. Os cursos estão disponíveis de forma gratuita, para o público interno e externo, com capacitações na modalidade de ensino à distância e presencial.

Para conhecer mais sobre a Enagro acesse aqui.

Outra oportunidade são os cursos da e-Campo, uma plataforma, desenvolvida pela Embrapa, que oferece diversas capacitações de forma EAD e com certificado. O principal objetivo é contribuir com o compartilhamento de conhecimento e tecnologias gerados pelas pesquisas realizadas dentro do órgão. As capacitações são desenvolvidas por equipes multidisciplinares e pretende ser um poderoso meio para inclusão tecnológica dos diversos segmentos da agricultura brasileira.

Cursos sobre compostagem, aquaponia residencial, hortas em pequenos espaços e apicultura para iniciantes são algumas das oportunidades oferecidas pela e-Campo. Atualmente, a plataforma tem 130 capacitações ativas, dentre elas, 103 são gratuitas. Mais de 1 milhões de pessoas já se inscreveram na plataforma e 284 mil certificados foram emitidos.

Saiba mais sobre a e-Campo aqui.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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