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POLÍCIA

Polícia Civil cumpre 6 mandados e prende autores de homicídio de menor em Cáceres

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Seis mandados judiciais foram cumpridos pela Polícia Civil, na Operação “Cova Rasa”, deflagrada para desarticular uma organização criminosa, responsável pelo homicídio e ocultação de cadáver de um menor de idade, no município de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá).

Durante os dois dias de trabalho operacional, terça-feira (23.01) e quarta-feira (24.01), foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão domiciliar.

No município de Cáceres os policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia efetuaram a prisão de uma mulher. Já o segundo alvo foi preso pela equipe da Delegacia de Estelionato de Cuiabá, na cidade de Várzea Grande.

Ao ser preso em Várzea Grande, o homem assumiu a autoria do homicídio do adolescente Iago Otávio Peixoto, de 16 anos, praticado por ordem da organização criminosa investigada.

Segundo ele, a vítima foi executada por vender drogas para outra facção, e postar fotos usando roupas com o símbolo “yin-yang”, fazendo sinais com as mãos que representam a facção criminosa rival.

Conforme o delegado que coordena a investigação, Marlon Nogueira, a dupla presa será indiciada pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e participação em organização criminosa.

“As diligências continuam para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer completamente as circunstâncias do crime”, destacou o delegado.

O crime

No dia 09 de janeiro, a 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres foi comunicada sobre o desaparecimento do menor Iago Otávio Peixoto, de 16 anos.

Durante investigação para apurar a ocorrência, foi descoberto que a vítima havia sido executada por integrantes de uma organização criminosa.

A Polícia Civil identificou os autores do crime, bem como localizou parte do corpo da vítima enterrado em um terreno.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação com alvo em ex-gerente de casa de acolhimento envolvido em desvios de benefícios

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (22.4), a Operação Broquel para cumprir ordens judiciais contra um esquema de desvio de benefícios de internos da Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda, da Prefeitura de Várzea Grande.

São cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar e de afastamento de sigilo de dados de aparelhos eletrônicos, expedidos pela Segunda Vara Criminal de Várzea Grande. A operação tem como alvo principal o ex-gerente da unidade, que ocupou o cargo até 2024 e é investigado por crimes de peculato majorado praticados de forma continuada.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apontam que o suspeito, valendo-se de sua função pública, da sua posição hierárquica sobre os acolhidos e da relação de confiança com eles construída, apropriou-se indevidamente de documentos pessoais, cartões bancários e benefícios assistenciais dos internos.

Saques e empréstimos

De acordo com os relatos colhidos, o ex-gerente realizava saques integrais dos benefícios e contraía empréstimos bancários não autorizados em nome das vítimas, pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social e psicológica.

Algumas das vítimas, além de viverem ou terem vivido em situação de rua, são analfabetas, possuem dificuldade de comunicação, dependência química e alcoólica ou ainda enfermidades de natureza psiquiátrica, características que, em efeito sinérgico, potencializam a condição de vulnerabilidade.

Em um dos casos documentados, um empréstimo consignado de mais de R$ 16 mil foi formalizado em nome de um acolhido, com indícios de fraude na contratação.

Além dos desvios financeiros, há denúncias de que o investigado utilizava a mão de obra dos internos para trabalhos não remunerados em sua propriedade particular e utilizava métodos de intimidação e coação psicológica para manter o controle sobre os valores desviados.

Suspensão de função pública

Contra o principal investigado, também foi determinada a suspensão do exercício da função pública, sendo ele atualmente ocupante de outro cargo na Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, bem como o impedimento de nomeação ou contratação para outro cargo pelo Poder Público Municipal.

Foram determinadas outras medidas cautelares, como a proibição de o investigado manter contato com vítimas e testemunhas e a proibição de acesso a todos os prédios e às dependências da Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande.

Casa de Acolhimento

A Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda é um equipamento público de execução direta da Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande, destinado ao acolhimento de homens adultos em situação de rua.

O regimento interno da unidade proíbe a retenção de documentos ou valores como condição para permanência no local, prevendo que a guarda de pertences deve ser feita com segurança e devolvida integralmente aos assistidos.

As investigações prosseguem com a análise de materiais apreendidos e a identificação de possíveis novas vítimas do esquema.

Nome da operação

A Operação Broquel (termo que remete a um escudo de proteção) visa não apenas punir os desvios de recursos públicos e particulares, mas também interromper o ciclo de abusos contra cidadãos em estado de extrema hipossuficiência social e jurídica.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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queiroz

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