Connect with us

Agronegócio

PM encontra arma e drogas enterradas e prende quatro suspeitos de formação de quadrilha

Publicado

em

Policiais militares do 12º Batalhão prenderam, nesta terça-feira (06.02), três homens e uma mulher suspeitos de formação de quadrilha, porte ilegal de arma de fogo e tráfico ilícito de drogas, no município de Ipiranga do Norte (438 km de Cuiabá).

Com eles, os militares apreenderam uma pistola, 16 munições, mais de um quilo de maconha, 17 porções de cocaína, R$ 679 em espécie, bijouterias e aparelhos celulares.

De acordo com boletim de ocorrência, as equipes receberam informações de que um casal seria suspeito de comercialização de entorpecentes pela região central do município na própria residência.

Conforme a denúncia, o imóvel é ponto de encontro de integrantes de uma organização criminosa, responsável por homicídios de faccionados rivais. Após um trabalho de monitoramento na casa, os militares flagraram alguns dos suspeitos entrando e saindo da casa com supostos pacotes de drogas.

Posteriormente, as equipes efetuaram abordagem de três suspeitos. Com eles, foram encontradas diversas porções de entorpecentes, cadernos com anotações de compra e venda e materiais para embalagem dos produtos ilícitos.

O trio relatou que um quarto integrante da quadrilha tinha uma certa quantia de drogas e uma arma de fogo, que seria utilizada para crimes de homicídio na região.

As equipes saíram em buscas e encontraram o suspeito de frente a um supermercado. Questionado sobre o porte ilegal de arma de fogo e de entorpecentes, o homem confessou que as coisas estariam enterradas no quintal da sua casa.

Os policiais encontraram uma pistola calibre 9 milímetro, 16 munições e diversas porções de drogas. Os suspeitos foram encaminhados à delegacia de Sorriso para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Fonte: Pensar Agro

Continue Lendo

Agronegócio

China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado

Publicado

em

Por

A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.

O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.

Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.

A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.

Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.

É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras

No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.

Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.

Fonte: Pensar Agro

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora